
terça-feira, 9 de junho de 2020
Iporá: Justiça suspende decreto municipal que flexibilizou funcionamento do comércio.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018
Confraternização marca encerramento da gestão de Claiton Santos na OAB Iporá
Confraternização marca
encerramento da gestão de Claiton Santos na OAB Iporá
A subseção da OAB (Ordem
dos Advogados do Brasil) de Iporá realizou, nesta quarta-feira (20), em sua
sede, a tradicional confraternização de fim de ano. O evento reuniu
profissionais da advocacia da região e também marcou o encerramento da gestão
do presidente Claiton Alves dos Santos, que se despede após dois mandatos à
frente da entidade.
Durante a cerimônia,
Claiton fez um balanço das conquistas alcançadas nos últimos anos. Os advogados
presentes destacaram o crescimento da subseção, tanto na parte estrutural
quanto no fortalecimento da assistência prestada à categoria. Entre os avanços mais
simbólicos está a entrega da nova sede da OAB Iporá, local que sediou a
confraternização. Antes, a subseção funcionava apenas em uma sala no fórum
local — espaço que permanece em operação para facilitar o atendimento junto ao
Judiciário.
Outro ponto ressaltado
foi a estrutura da comarca de Iporá, que conta com três juízes em atuação,
fator que contribui para maior agilidade nos processos, segundo avaliação dos
profissionais.
A nova diretoria tomará
posse no dia 2 de janeiro, em solenidade oficial. A advogada Vanessa Costa
assumirá a presidência da subseção, tendo como vice-presidente Hytalo Claudino.
Completam a diretoria: Márcio Diniz (tesoureiro), Bruno Faria (secretário-geral)
e Isley Ferreira (secretário-adjunto).

Recesso no Judiciário
Teve início nesta
quarta-feira (20) o recesso forense de fim de ano em todo o Judiciário goiano.
O atendimento regular ficará suspenso até o dia 6 de janeiro de 2025. Durante
esse período, o funcionamento será em regime de plantão.
Em todas as 127 comarcas
do estado, 80 juízes atuarão para garantir o atendimento de demandas urgentes.
Na capital, três desembargadores e três juízes substitutos atenderão no
Tribunal de Justiça em regime de plantão de segundo grau. Os plantões funcionarão
nos dias úteis, das 12h às 18h.
Na comarca de Iporá — que
abrange também os municípios de Amorinópolis e Diorama — o plantão forense
poderá ser acionado pelo telefone (64) 9221-5508. Os contatos completos dos
plantonistas estão disponíveis no site do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás.
terça-feira, 20 de novembro de 2018
Iporá Go - Juri Popular em temporada teve 5 condenações.
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Juri Popular em Iporá Go |
Com a realização de seis sessões de julgamento referentes a cinco processos, a temporada do Tribunal do Júri de Iporá neste mês resultou na condenação de cinco réus e absolvição de um deles. Presididos pelo juiz Wander Soares Fonseca, os julgamentos contaram com a atuação do promotor de Justiça Vinícius de Castro Borges na acusação e foram realizados entre os dias 1º e 12 deste mês.
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
O golpe de canivete que custou 4 anos em regime de pernoite na cadeia.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018
IPORÁ GO - Réu que desmaiou no Júri pega 28 anos de prisão
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Réu ouvido pelo juiz |
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Advogados de defesa |
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Promotor |
terça-feira, 6 de novembro de 2018
Palestina- Go Motociclista bate em vaca na pista na pista e é atropelado na rodovia.

IPORÁ-GOIÁS - Réu desmaia em juri mas comparsa é julgado e pega 25 anos de prisão.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018
JURI POPULAR EM IPORÁ GO - Militar da reserva pega quatro anos em regime aberto por homicídio em 2005

sábado, 25 de agosto de 2018
Apontado como autor da morte de Vanessa Camargo é solto novamente.
Palmestron Cabral - advogado de defesa |
A defesa alegou não haver elementos que fundamentassem a recondução do réu à prisão, alegando que o acusado é réu primário, possui endereço fixo, respondeu o processo em liberdade e cumpriu rigorosamente as medidas cautelares, e que assim não representa ameaça a ordem pública, à instrução criminal ou a aplicação da lei penal.
Diz o desembargador em sua decisão: Nesse momento de cognição primária vejo que o ato construtivo está calçado apenas da periculosidade, pois durante a instrução tentou alterar a realidade fatídica, “fantasiando e formatando a cena do crime com intenção de convencer os órgãos do estado”, visando alcançar a impunidade pelo crime que muito provavelmente cometera.
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
Leis brandas impedem penas duras a agressores de mulheres.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018
Juiz manda prender suspeito da morte de Vanessa Camargo e determina júri popular.
domingo, 19 de agosto de 2018
Conselho da comunidade: Cuidar dos encarcerados é prevenir crimes futuros.
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Advogado Fabricio Cunha -Presidente do Conselho da comunidade |
sábado, 9 de dezembro de 2017
Mulher condenada a 123 anos de prisão por estupro das filhas.
domingo, 25 de junho de 2017
2017 Rede de alta tensão em Iporá: 5 mortes e riscos constantes, CELG quer saída dos moradores.

Advogado move ação para retirada de rede
de alta tensão que passa sobre casas em Iporá
Moradores vivem sob risco de morte e reivindicam retirada da
estrutura instalada desde a década de 1970; CELG defende reintegração de posse
O advogado João
Antônio Francisco ingressou na Justiça com uma ação civil contra a CELG
(Companhia Energética de Goiás) exigindo a retirada de uma rede de alta tensão
que passa diretamente sobre cerca de 90 residências no município de Iporá, no
Oeste goiano. Segundo ele, a presença da estrutura representa risco iminente à
vida dos moradores e já causou, ao menos, cinco mortes na cidade.
Entre as vítimas está
o trabalhador Hélio Alves de Souza, de 35 anos, que morreu em 2016 ao sofrer
uma descarga elétrica enquanto construía uma casa no setor Bela Vista. Hélio
teve 70% do corpo queimado após, segundo relatos, tocar acidentalmente em um
dos fios da rede.
Na petição, João
Antônio argumenta que a rede foi instalada durante o governo do presidente
Emílio Garrastazu Médici (1969-1974), época em que a área era desabitada. Com o
crescimento urbano de Iporá nas últimas décadas, dezenas de famílias passaram a
construir no local, muitas delas com escritura registrada dos imóveis e
fornecimento regular de energia elétrica.
“O que queremos é a
retirada da rede. Esse é o sonho dos moradores. Não se pode colocar a culpa na
população que construiu legalmente em seus terrenos. A CELG é que precisa se
adequar à nova realidade urbana”, afirmou o advogado. Ele contesta ainda o
pedido de reintegração de posse feito pela empresa, que pretende retirar os
moradores da área sob a justificativa de que a ocupação é irregular.
A CELG, por sua
vez, sustenta que a rede de transmissão foi erguida legalmente na década de
1970 e que os moradores construíram sob os fios de maneira indevida,
descumprindo as normas de segurança que exigem uma distância mínima de seis
metros de cada lado da rede. A companhia afirma que já notificou a Prefeitura
de Iporá e os próprios moradores sobre os riscos, sem sucesso.
O caso tem
mobilizado a comunidade local há anos. Um movimento popular pela retirada da
rede foi articulado há cerca de duas décadas, sem avanços significativos.
Agora, a ação judicial representa uma nova esperança para as famílias que vivem
cotidianamente sob fios de altíssima tensão.
A Justiça ainda não decidiu sobre o pedido liminar de
remoção da estrutura. Até lá, os moradores seguem convivendo com o medo
constante de novos acidentes.
domingo, 14 de maio de 2017
Inocentado de acusação, prefeito de Iporá cobra resultados de seus assessores.
segunda-feira, 24 de abril de 2017
Eleitores faltosos devem regularizar situação até dia 02
Foto arquivo |
sexta-feira, 24 de março de 2017
Sindicato Rural de Iporá deve mais de 200 mil reais ao ECAD.
![]() |
Adailton Leite |
terça-feira, 21 de março de 2017
Judiciário busca caminho da conciliação para agilizar tramitação de processos.
terça-feira, 10 de janeiro de 2017
Governo aperta o cerco contra quem recebe Auxilio-Doença
Agencia do INSS em Iporá Goiás/arquivo |