Mostrando postagens com marcador Cidania. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cidania. Mostrar todas as postagens

sábado, 2 de maio de 2020

Para manter a democracia é preciso ter, coragem, A QUEM DIGA e dinheiro. Será?.

É importante dar amparo a jornalista


Sábado, 2 de maio de 2020
“É tetra”

Eram 21h51 de terça-feira, dia 14 de abril, quando recebi uma mensagem do advogado do TIB: “É TETRA!”
Nada mais propício que repetir o bordão do jornalista Galvão Bueno na Copa do Mundo de 1994 para comemorar uma vitória do jornalismo.
Em 2017, houve a greve geral Brasil afora. Em Goiânia, não foi diferente, inclusive no que diz respeito à truculência policial. Foi da capital goiana que saiu uma imagem que rodou o país: um policial militar quebrou um cassetete na testa de Mateus Ferreira da Silva, à época com 33 anos. 
O capitão Augusto Sampaio, policial que quase matou Mateus, foi recebido por seus pares no clube dos oficiais, onde rolou um "ato de apoio". Na ocasião, o hoje coronel Alessandri da Rocha foi um dos militares que saudou o colega e chamou Mateus, a vítima, de terrorista.
Dias depois, recebi um material via securedrop, um canal por onde o Intercept recebe documentos e denúncias de forma anônima (você tem alguma? Mande pra nós). Era uma ação do Ministério Público de Goiás na qual o coronel Alessandri era acusado de duplo homicídio. No documento, havia acusações de tráfico, roubo a banco, ameaça a juiz. 
Na matéria "PM que chamou manifestante de terrorista em Goiás é acusado de execução, ameaçar juiz e mais", publicada em 2017, detalhei todas essas acusações, além de escrever sobre a prisão de Alessandri, em 2016, na Operação Sexto Mandamento, da Polícia Federal, que investiga a atuação de um grupo de extermínio em Goiás. Ele não gostou. 
Quando o Intercept entrou no ar, em 2016, apostamos: quem seria a primeira pessoa a ser processada? Como entramos no ar com a missão de responsabilizar quem quer que fosse pelos seus atos, isso não tardaria a acontecer. 
Eu venci a aposta – e também o processo criminal em que o coronel Alessandri me acusava de calúnia e difamação.
Foi um longo processo.
Em 2018, fui com o advogado do TIB a uma audiência de conciliação, um dos passos do processo. O policial e sua advogada vieram de Goiás para o Rio e, numa pequena sala em Botafogo, eles pediram que eu me "retratasse". Um pedido formal e público de desculpas é o que eles queriam. Perguntei: vocês querem que eu minta?
Nosso advogado pacientemente colocou a mão no meu braço, pedindo calma. Acatei seu pedido.
Dois anos e alguns recursos depois, vencemos o processo no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro por unanimidade. Essa vitória não é apenas minha ou do Intercept. É do jornalismo.
O TJ-RJ decidiu que jornalista não comete crime ao reproduzir ação do MP – e isso é óbvio. Como a decisão deixa claro, eu não menti, não inventei nada, "os fatos se deram dentro do contexto jornalístico". 
Mas pessoas como o coronel Alessandri processam quem fala o que os desagrada mesmo sendo verdade, eles não querem que seus atos terríveis se tornem públicos. Tanto que um dos maiores jornais de Goiás foi cercado por três dezenas de policiais após publicar, em 2011, uma capa com a manchete “Mato por satisfação”, que trazia detalhes sobre a Operação Sexto Mandamento, que investiga a violência policial em Goiás, cerca de seis meses antes de Alessandri saudar o PM que bateu no manifestante. 
Tenho a sorte de trabalhar em um lugar que paga advogados para seus jornalistas, que tem leitores que financiam esse site e esses advogados, que nos protegem e que não nos abandonam. Mas e se eu fosse uma jornalista freelancer? E se o site fosse pequeno e não pudesse pagar um advogado?
O processo seria vencido, mas custa tempo e dinheiro. Ainda estou sendo processada na vara cível em Goiás, em uma ação por danos morais na qual Alessandri me pede R$ 100 mil. Como pagaria para ir a outro estado e para ter advogados lá? Eu não tenho esse dinheiro.
A meta é calar o jornalista. É estrangulá-lo financeiramente e forçar seu silêncio. Alessandri não quer responder pelos seus atos e ser incomodado por jornalistas mesmo sendo um servidor público que tem a missão de "servir e proteger".
Mas ele perdeu. Apesar de ter sido acusada de ofender a honra do policial acusado de tráfico, duplo homicídio, roubo a banco e ameaça, e ainda ter sido chamada de “ignorante e venenosa”, eu venci. E venci porque a justiça disse que eu não menti. Alessandri foi realmente acusado de tráfico, duplo homicídio, roubo a banco e ameaça. Alessandri que melhore, e que pague na justiça por suas barbaridades, caso ainda haja alguma investigação.
Vida longa ao jornalismo!

sábado, 14 de setembro de 2019

Brasil em chamas: entre a crise ambiental e o colapso moral


Brasil em chamas: entre a crise ambiental e o colapso moral

Por Pedro Claudio Rosa – Licenciado em História, Jornalista, Radialista e Diácono Permanente na Igreja Católica Apostólica Romana

Vivemos tempos difíceis em todo o Brasil. Não bastasse a instabilidade política, a polarização ideológica, as reformas controversas — trabalhista, previdenciária —, e os escândalos que abalaram as instituições, como a Lava Jato e a Vaza Jato, o país ainda enfrenta um cenário alarmante de devastação ambiental. É fogo por todos os lados. Os meses de julho, agosto e setembro de 2019, no pleno século XXI, registraram uma onda de incêndios que consumiram grandes áreas do Cerrado, da Mata Atlântica e da Amazônia. A fauna e a flora sofrem; os rios secam. O país arde em chamas — literal e simbolicamente.

Em meio ao caos, até a rádio, meio de comunicação considerado por muitos obsoleto, transmite o clamor desesperado de líderes indígenas pela proteção dos Caiapós e de outras comunidades ameaçadas. A situação remete àqueles tempos antigos em que, na ausência de explicações científicas, buscava-se sentido nos desígnios divinos. Se estivéssemos na Idade Média, talvez tudo isso fosse visto como um castigo de Deus pelos pecados da humanidade.

Mas hoje, os estudiosos apontam causas bem mais concretas: o tempo seco, a ganância desmedida, o avanço descontrolado do agronegócio e o uso político do fogo, inclusive como instrumento de pressão e desestabilização. Fato é que o ser humano — esse ser racional — parece ter abdicado da razão. Vivemos um tempo em que a ignorância veste capa de convicção, e o individualismo se sobrepõe ao bem comum.

Recordo com saudade dos tempos da minha infância, nas décadas de 70 e 80, quando a fé popular era forte nesta região. Via minha mãe, Luzia Joaquina Rosa, rezar ao pé do cruzeiro, com flores e água, pedindo chuva. E a chuva vinha. Hoje, parece que perdemos até a fé. Acumulamos diplomas, debatemos teologia, discutimos política, mas esquecemos de amar, de cuidar, de viver com compaixão.

A polarização nos fragmenta. Ser de direita ou de esquerda virou rótulo de guerra. Uns defendem o crescimento econômico e a propriedade privada, outros os direitos humanos e a igualdade social. Mas ninguém parece disposto a enxergar que estamos todos no mesmo barco — e que ele está fazendo água. Em vez de unirmos esforços para salvar o que resta, preferimos discutir quem tem razão, enquanto afundamos.

Falta-nos inteligência emocional e espiritual para compreender a gravidade da situação. Falta-nos humildade para reconhecer erros e coragem para mudar. Falta-nos fé — não apenas religiosa, mas fé no ser humano, no coletivo, na esperança.

Talvez seja hora de rezar mais. A oração pode não mudar o clima de imediato, mas pode mudar corações. E corações transformados são capazes de atitudes novas. Oremos, sim — mas também plantemos, cuidemos, eduquemos, escutemos.

Porque, do jeito que vamos, só nos restará o vazio de uma terra arrasada e o eco de nossas próprias escolhas. E que Deus tenha piedade de nós.

 


segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Morte na G0 060, no período de emergência decretado pelo Governo.


A irresponsabilidade governamental aliada a imprudência e imperícia no transito provoca mortes em todo o país, e também em nossa região Oeste de Goiás. Muito cuidado ao conduzir um veículo.

Faleceu na sexta- feira dia 06/09/2019  na rodovia Go 060, Israelândia,  desvio da ponte do exército Gersicley de Souza 29 anos, condutor de um caminhão, o acidente ocorreu por volta das 10 horas da manhã.

Chegando ao local os bombeiros militares comandados pelo  St Aliciomar por volta das 11:30h, depararam com a cena resultante de uma colisão frontal entre um caminhão e um Honda city, no desvio da ponte da Go 060. Vanessa Cristina Ressa souza 35 anos, estava no veículo Honda city, foi transportada a UPA ( Unidade de pronto atendimento) de Iporá com dores na coluna.

Esse problema na G0 060 iniciou-se com o rompimento de um bueiro no final de semana dia 09 março de 2019. A rodovia de grande movimento e de muita importância para a região, já que liga Goiás a Mato Grosso foi desviada por trechos alternativos sem asfalto. 

O Governador Ronaldo Caiado (DEM) fez visita in-loco, decretou no dia 14 de maço de 2019 estado de emergência aos municípios : Amorinópolis, Arenópolis, Baliza, Bom Jardim de Goiás, Caiapônia, Diorama, Doverlândia, Iporá, Israelândia, Jaupaci, Palestina de Goiás e Piranhas.
E determinou agilidade para resolver a situação à Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) que deveria adotar medidas urgentes para reparação dos trechos prejudicados.
Vencendo o decreto, hoje dia 09 de setembro, a situação permanece a mesma, bem mesmo a ponte de ferro construída pelo exército funciona, temos problemas com sinalização adequada no trajeto do desvio. 

A situação é essa, degradante, e o governo a passos de tartaruga para resolver o problema que parece pequeno diante da dimensão do estado. 

O que causa estranheza é o silencio do governo para essa situação, não se fala em como será a recuperação, reconstrução da ponte, obra iniciada e parada. O decreto de emergência serviu pra quê?

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

2019 Mineração é um cavalo de Tróia para as cidades.



Jarbas Vieira - MAM

Rede Diocesana alerta: mineração pode representar riscos para comunidades locais

Por Pedro Claudio

A Rede Diocesana de Rádio, atenta aos fatos que impactam a vida da população, reforça seu papel de conscientização e reflexão crítica sobre temas que muitas vezes chegam à sociedade de forma distorcida ou superficial. Um desses temas, que ganha destaque, é a mineração — atividade cercada de promessas de progresso, mas que pode esconder graves consequências sociais e ambientais.

O que para muitos municípios parece um atalho para o desenvolvimento econômico, pode se revelar um verdadeiro “fogo de palha”: brilha intensamente no início, mas logo se apaga, deixando apenas cinzas e prejuízos. Essa é a avaliação de Jarbas Vieira, representante do Movimento Pela Soberania Popular na Mineração (MAM), organização que atua desde 2002 junto às comunidades afetadas por empreendimentos minerários no Brasil.

O caso de Iporá: alívio disfarçado

Em meados dos anos 2000, a cidade de Iporá, no Oeste de Goiás, chegou a vislumbrar a instalação de um projeto de exploração de níquel, o que trouxe expectativas de geração de empregos e aquecimento econômico. No entanto, com a crise financeira global de 2008, o projeto foi interrompido — e hoje, para especialistas, como o professor Valdir Specian, geógrafo da UEG de Iporá, essa “frustração” pode ter sido uma sorte disfarçada.

Segundo o professor, o município escapou de uma série de impactos que costumam acompanhar esse tipo de atividade, e que são observados em dezenas de outras cidades do país.

Efeitos colaterais da mineração

Jarbas Vieira explica que a chegada de grandes projetos minerários altera profundamente a rotina e a estrutura social dos municípios. “Quando uma mina se instala, vem uma leva de trabalhadores de várias regiões do país. Isso gera aumento da prostituição, do consumo de drogas, da violência, da exploração sexual — inclusive de menores — além de outras formas de degradação social”, afirma.

Para ele, o retorno financeiro para as cidades é ínfimo frente aos prejuízos. “As comunidades arcam com as consequências ambientais, como a contaminação das águas e o desmatamento, e também perdem sua identidade e modo de vida. Tudo isso para atender a interesses econômicos externos, que nada deixam de legado positivo”.

Panorama nacional: impacto em 3.500 municípios

Hoje, mais de 2.000 municípios brasileiros recebem a Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), conhecida como o "royalties da mineração". Além disso, o MAM estima que outros 1.500 municípios enfrentam a mineração de forma irregular ou ilegal. Somados, são cerca de 3.500 cidades onde o extrativismo mineral está presente.

O Brasil concentra 92% da sua mineração legalizada em apenas três estados: Minas Gerais, Goiás e Pará, com 62 municípios abrigando as maiores operações minerárias. Apesar da magnitude econômica, o impacto real sobre as comunidades locais é motivo de grande preocupação.



Consciência e resistência

Organizado em 13 estados brasileiros, o MAM atua com ações concretas para ampliar o debate sobre os direitos das populações locais e os limites da mineração predatória. A proposta do movimento é que a atividade mineral seja repensada com base na soberania popular, respeitando os limites ambientais e sociais de cada território.

A Rede Diocesana de Rádio reforça: informar é essencial. Só com conhecimento e participação social será possível construir uma sociedade que não troque sua saúde, sua água e sua dignidade por promessas passageiras de crescimento.

 

 


sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Iporá Goiás - Lançado projeto de revitalização da Cachoeirinha.



CPMG no Parque


Cachoeirinha Iporá Goiás
Cachoeirinha, local histórico e turístico de Iporá mais uma vez desperta a atenção da comunidade local. Em entrevista às rádios Rio Claro AM e Felicidade FM, dia 27, a professora Solange, Sara do Rotary e aluno Diego Alves falaram sobre o lançamento do projeto PRESERVAÇÃO - VOCÊ EM AÇÃO. Interessante a ideia, que deve contar com o apoio de toda a sociedade.  Sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade. Raul Seixas.

Em 2011, por iniciativa do então vereador Devaci Dias aconteceu uma primeira tentativa de revitalizar o local, sem sucesso, a ideia ficou parada. Houve até o trabalho de Daniel Toledo e Donizete que, com recursos do meio ambiente trabalharam no local, mas depois foi só destruição. A UEG reivindicou e ganhou a área para desenvolver projetos mas também não vingou. Agora surge uma nova luz.

Entenda o projeto:

O projeto PRESERVAÇÃO - VOCÊ EM AÇÃO desenvolvido pelo CEPMG Ariston Gomes da Silva tem como objetivo, conscientizar a população Iporaense da importância em preservar o meio ambiente e revitalizar o Parque Ecológico da Cachoeirinha um dos patrimônios da cidade.
.
Está sendo produzido por nós alunos do colégio, o plantio de sementes para a produção de mudas para adiante ajudar a preservação do PARQUE ECOLÓGICO VALDESON JOSÉ DE LIMA (Cachoeirinha).
.
Alunos CPMG em ação
Esse projeto tem como parcerias a Secretária Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentáveis (SEMMADES) o Conselho Desenvolvimento do Meio Ambiente (CODEMA), alunos representantes do curso de extensão em educação ambiental da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e Rotary Club de Iporá Distrito 4530.
.
Ações \
1. Visita ao Parque;
2. Palestras de Conscientização na rede pública e privada.
3. Gincana de conhecimento;
4. Adesivaço de divulgação;
5. Divulgação em Rádios, Web TV, Mídia digital;
6. Plantio de sementes;
7. Realização do projeto;
8. Dar continuidade ao projeto em 2019;

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

IPORÁ GOIÁS - Combate ao câncer encontra forças para confraternizar



A ACCI, Associação de Combate ao Câncer de Iporá, reuniu na noite desta quinta-feira, 20, na mansão Casa Verde os assistidos pela entidade e seus familiares, foi um momento de confraternização com música ao vivo, palestra motivacional, distribuição de brindes e um jantar.

Não há espaço para a tristeza onde impera a fé




Esta entidade encerra o ano com muita credibilidade em toda a nossa região, todos os membros da diretoria são voluntários, dedicam parte do tempo para organizar a casa, para planejar e fazer campanhas tanto de arrecadação de fundos quanto prevenção a doença.




A ACCI é uma entidade de assistência aos portadores que tem realizado um trabalho ao longo de todo o ano, a doença, o câncer, não escolhe tempo para aparecer. A Presidente da entidade é Libia Melo, uma comerciante, que como os demais membros da diretoria, dedica quase todo o seu tempo de folga a serviço do próximo. Em entrevista, Líbia Melo diz que é muito feliz por poder contribuir com a qualidade de vida das pessoas. A noite de confraternização, diz ela, foi momento de alegria, de conversar, de trocar experiências. O Calendário 2019 da ACCI está muito recheado, com muitas novas atividades e também a expectativa de aliviar as dificuldades.




Na interação da festa teve depoimentos de portadora que foi acometida da doença aos 3 anos, lutou e hoje está livre, teve depoimento de uma jovem que aos 13 anos teve o diagnóstico, fez a festa de 15 anos no Araújo Jorge, e que hoje é mãe de dois filhos. Essa portadora fez questão de dizer que venceu devido ao apoio encontrado nas pessoas, principalmente em sua mãe que sempre passou confiança.

O momento de espiritualidade foi propiciado pelo Pastor Elione da igreja Assembleia de Deus e por Padre Melquíades Filho da Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora. Os dois falaram no mesmo tom, que a confiança em Deus, a fé na ação do transcendente é primordial para todo ser humano.

Iporá Goiás - Colégio Militar sai as ruas para lembrar o nascimento de Jesus.




Movimentação nas ruas de Iporá no encerramento ano letivo, hoje 21/12/2018 em todas as unidades escolares da rede estadual. Cada unidade escolar teve a sua didática própria com o envolvimento de todo o corpo docente e discente. Um dos estabelecimentos escolares, colégio Militar saiu às ruas para interagir com a comunidade e realizaram o o Natal solidário CPG AGS. Nossa reportagem, rádios Rio Claro AM e Felicidade FM acompanhou a andança nas ruas, quando alunos e professores fantasiados de papai Noel fizeram a festa.

Major Santana comandante diretor do colégio Militar Ariston Gomes da Silva disse que a instituição busca em suas atividades incentivar a pratica da cidadania com um gesto de amor ao próximo para mudar a atual realidade, que segundo Major Santana, só se concretizará com um esforço concentrado de todos para a construção de um mundo melhor.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Iporá Goiás - Rede de proteção ao idoso, é preciso garantir a aplicação da lei que gera qualidade de vida.


A população brasileira está envelhecendo, os estudos revelam dados interessantes neste sentido. Segundo dados oficias, em 2012 os idosos eram 11,5% da população e em 2050 será de 22,5 por cento. Promotor de justiça Cauê Alves Ponce Liones em entrevista às rádios Rio Claro AM e Felicidade FM diz que o direito do idoso é um direito personalíssimo, mas é pra envelhecer com qualidade de vida, com saúde, e para que isso aconteça é preciso tratar o assunto com seriedade. É o zelo pela sociedade!


Promotor Cauê Ponce
Em Iporá, a rede de proteção ao idoso composto por membros da Secretaria da Saúde, Assistência Social, Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), polícia civil, militar, bombeiros, Conselho Tutelar, conselho do idoso, Poder Judiciário e Ministério Público são mobilizados para estudar os direitos dos idosos. O juiz Samuel João Martins, da 1ª Vara Cível, Criminal e da Infância e da Juventude da comarca de Iporá, tem essa preocupação.

A Constituição Federal, o Estatuto do Idoso de 2003 amparam essa numerosa parcela da sociedade, agora o desafio da rede é transformar em realidade na vida prática o que está escrito, mas essa não é uma tarefa fácil.

Convidado a proferir uma palestra sobre o assunto, o promotor de justiça Cauê Ponce disse que existe uma forte ligação entre o estatuto do idoso e o estatuto da Criança e adolescente, o primeiro se baseia em muito no segundo, assim como a criança e adolescente tem direito a proteção integral do estado o idoso também tem. Mas na fila do atendimento médico a preferência é do idoso ou da criança? O promotor esclarece que ambos tem o mesmo direito, neste caso o profissional de saúde terá que avaliar o caso concreto sobre quem deverá ser atendido primeiro. Essa foi uma orientação passada no encontro ocorrido na sexta-feira, 07/12 na sala de júri do fórum. 
O promotor defende uma conscientização ampla da sociedade sobre as políticas públicas, todos tem a ganhar com o conhecimento. Um fato desconhecido da grande maioria, explica, é a instituição de uma família acolhedora para idosos em situação de vulnerabilidade, essa família pode ficar com o idoso por um tempo determinado, assim como acontece com crianças e adolescentes.



Juiz Samuel
São reuniões periódicas que acontecem, explica o juiz Samuel, segundo disse, não se trata de uma preparação para garantir o cumprimento da lei, mas uma ação para garantir maior efetividade na atuação do poder público municipal no atendimento dos casos envolvendo idosos que precisam de uma atenção. O magistrado disse em entrevista à nossa reportagem que “se hoje você está aqui, alguém cuidou de você, e esse idoso faz parte da história de casa um. É preciso garantir qualidade de vida ao idoso, é questão de fazer justiça”. O Juiz Samuel Martins vê que a população precisa ver com outros olhos a situação do idoso, trata-lo com mais respeito. 





Madalena Cardoso do serviço de convivência e fortalecimento de vinculo da pessoa idosa do município, e membro do Conselho do idoso pela igreja Católica avalia como altamente positivo esses encontros propiciados pelo poder judiciário, diz ela que são muitas dúvidas esclarecidas no campo jurídico e que vão facilitar a adoção de novas práticas a assistência ao idoso. Madalena Cardoso é coordenadora da Vila Vida e Vila Nova que abrigam pessoas idosas, e segundo ela, muitas coisas deixam de ser feitas por pensar na possível ilicitude, mas agora pode correr atrás de algumas ações benéficas, e cita a possibilidade de buscar a responsabilização da família para não cortar vínculos.

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Dindim para trabalhadores o pagamento Abono Salarial ano-base 2017

Começa nesta terça-feira (20) o pagamento do quinto lote do abono salarial PIS/Pasep 2018-2019, ano-base 2017. O lote inclui os trabalhadores da iniciativa privada nascidos em novembro e os servidores públicos com final de inscrição 4.
A estimativa do Ministério do Trabalho é que mais de R$ 1,4 bilhão sejam pagos a aproximadamente 1,8 milhão de trabalhadores. O PIS é pago na Caixa Econômica Federal e o Pasep, pelo Banco do Brasil. Correntistas da Caixa e do Banco do Brasil tiveram os valores depositados em suas contas respectivamente nos dias 13 e 14.
Direito - Tem direito ao abono salarial ano-base 2017 quem estava inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias naquele ano, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos, e teve seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).
O valor do benefício é proporcional ao tempo trabalhado formalmente em 2017. Assim, quem esteve empregado o ano todo recebe o valor cheio, equivalente a um salário mínimo (R$ 954). Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo, que é de 1/12 do salário mínimo, e assim sucessivamente.
Os trabalhadores nascidos entre julho e dezembro recebem o abono ainda este ano. Já os nascidos de janeiro a junho poderão realizar o saque em 2019 (veja tabela abaixo). O prazo final de recebimento para todos os trabalhadores favorecidos pelo programa é 28 de junho de 2019.
 http://trabalho.gov.br/images/Imagens/Noticias/OUT-2018/tabela-abono.jpg

Ministério do Trabalho
Assessoria de imprensa
imprensa@mte.gov.br
(61) 2021-5449 / 5963 / 5873