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quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Família : Superar o individualismo, a violência por meio da vivencia em comunidade.


A semana está muito movimentada em Iporá Goiás, diocese São Luís de Montes Belos em função da semana nacional da família. E a família como vai? Com essa indagação, e iluminados pelos textos bíblicos previstos na liturgia, os fiéis estão a cada dia participando de reflexões sobre o papel de cada um no ambiente familiar e sobre os desafios a serem enfrentados.

Padre Pablo, pároco da Paróquia São Paulo VI afirma que o convite foi feito, e que todos estão, nesta semana em oração pelas famílias, e, que entre as atividades uma palestra com Lucérgio da Comunidade Luz da Vida Goiânia, ele irá falar nesta quinta-feira 15 de agosto com o tema: Vida Familiar, caminho para a santidade, ainda missa na Comunidade Imaculada Conceição, presidida por Padre Melquíades, pregação com o casal, professora Joelma e empresário Adetives, terço do amor com os professores Alírio Aparecido e Divina e encerramento domingo dia 18.


Na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora também tem uma programação extensa, a participação de padres, diáconos e leigos. Na abertura da semana missa presidida por Padre José Roberto da Paróquia Santa Cruz, São Luís de Montes Belos, disse o religioso ver a necessidade de um olhar especial às famílias frente aos desafios de nosso tempo: individualismo crescente, a violência, a divisão das famílias, a infidelidade dos casais, entre outras dificuldades. Para o enfrentamento a tudo isso, disse, devemos buscar a força em Deus, a vivência da fé em família por meio da oração e da escuta da Palavra de Deus. É preciso que a família viva a fé e que se comprometa de forma ativa com a comunidade/igreja, que se alimente também da Eucaristia, assim essa família se transformará em um canteiro de vocações para a vida matrimonial, para a vida sacerdotal e religiosa. Também consta da programação por aqui uma partilha da empresária Marlene Assunção, do Padre Jackson Maioli de Goiânia e encerramento com missa presidida por nosso dom Carmelo Scampa, bispo da diocese  dia 18 de agosto.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Decreto da Congregação para o Culto Divino - Missa de Paulo VI

Papa amigo de Dom Carmelo, Paulo VI

"Considerada a santidade de vida deste Sumo Pontífice, testemunhada nas obras e palavras, e tendo em conta o grande influxo exercitado pelo seu magistério apostólico pela Igreja dispersa por toda a terra, o Santo Padre Francisco, acolhendo a petição e os desejos do Povo de Deus, dispôs que a celebração de São Paulo VI, Papa, seja inscrita no Calendário Romano Geral, em 29 de maio, com o grau de memória facultativa".
Cidade do Vaticano
A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos apresentou nesta quarta-feira (06/02), o Decreto para a celebração litúrgica de São Paulo VI inscrita no Calendário Romano Geral. A data para a celebração será dia 29 de maio, com o grau de memória facultativa. Segundo a Congregação, esta nova memória deverá ser inserida em todos os Calendários e Livros Litúrgicos para a celebração da Missa e da Liturgia das Horas.
Leia na íntegra o decreto:
DECRETO SOBRE A INSCRIÇÃO DA CELEBRAÇÃO DE SÃO PAULO VI, PAPA, NO CALENDÁRIO ROMANO GERAL
Jesus Cristo, plenitude do homem, vivo e agindo na Igreja, convida todos os homens ao encontro transfigurante com Ele, “caminho, verdade e vida” (Jo 14,6). Os Santos percorreram este caminho. Fê-lo Paulo VI, seguindo o exemplo do Apóstolo do qual assumiu o nome no momento no qual o Espírito Santo o escolheu como Sucessor de Pedro.
Paulo VI (de nome, João Baptista Montini) nasceu a 26 de setembro de 1897 em Concesio (Bréscia), na Itália e foi ordenado sacerdote a 29 de maio de 1920. Desde 1924 colaborou com os Sumo Pontífices Pio XI e Pio XII e, ao mesmo tempo, exerceu o ministério sacerdotal junto dos jovens universitários. Nomeado Substituto da Secretaria de Estado, durante a Segunda Guerra Mundial, empenhou-se em dar exílio aos perseguidos hebreus e também aos refugiados. Sucessivamente foi nomeado Pro-Secretario de Estado para os Assuntos Gerais da Igreja, razão pela qual conheceu e encontrou muitos impulsionadores do movimento ecumênico.
Nomeado arcebispo de Milão, dedicou-se inteiramente ao cuidado da Diocese. Em 1958, foi elevado à dignidade de cardeal da Santa Romana Igreja por São João XXIII, e, depois da morte deste, foi eleito à Cátedra de Pedro em 21 de junho de 1963. Perseverou incansavelmente na obra iniciada pelos seus predecessores, em particular, levando a cabo o Concílio Vaticano II.
Levou a bom termo numerosas iniciativas como sinal da sua viva solicitude nos confrontos da Igreja com o mundo contemporâneo. Entre estas, recordam-se as suas viagens na qualidade de peregrino, realizadas como atividade apostólica e que serviam, por um lado a preparar a unidade dos Cristãos, e por outro, a reivindicar a importância dos direitos fundamentais dos homens.
Exerceu ainda o seu Magistério em favor da paz, promoveu o progresso dos povos e a inculturação da fé. Deu cumprimento à reforma litúrgica aprovando ritos e orações seguindo ao mesmo tempo a tradição e adaptando-os aos novos tempos e promulgando com a sua autoridade, para o Rito Romano, o Calendário, o Missal, a Liturgia das Horas, o Pontifical e quase todos os Rituais, a fim de favorecer a participação dos fiéis na liturgia. Do mesmo modo, empenhou-se em que as celebrações pontifícias fossem revestidas de uma forma mais simples. A 6 de agosto de 1978, em Castel Gandolfo, entregou a alma a Deus e, segundo as suas diretrizes, foi sepultado humildemente, do mesmo modo como tinha vivido.
Deus, Pastor e guia de todos os fiéis, confia a sua Igreja, peregrina no tempo, àqueles que Ele mesmo constituiu vigários do seu Filho. Entre estes, resplandece São Paulo VI que uniu na sua pessoa a fé límpida de São Pedro e o zelo missionário de São Paulo.
A sua consciência de ser Pedro, aparece clara se nos recordamos de que, em 10 de junho de 1969, na visita ao Conselho Mundial das Igrejas em Genebra, se apresentou dizendo: “ O meu nome é Pedro”; mas a missão pela qual se sentia eleito deriva, também, do nome escolhido. Como Paulo, consumiu a sua vida pelo Evangelho de Cristo, cruzando novas fronteiras e fazendo-se testemunha d’Ele no anúncio e no diálogo, profeta de uma Igreja extroversa que olha para os distantes e cuida dos pobres.
A Igreja, de fato, foi sempre o seu amor constante, a sua solicitude primordial, o seu pensamento fixo, o primeiro e fundamental fio condutor do seu pontificado, porque queria que a Igreja tivesse melhor consciência de si mesma e pudesse levar cada vez mais longe o anúncio do Evangelho.
Considerada a santidade de vida deste Sumo Pontífice, testemunhada nas obras e palavras, e tendo em conta o grande influxo exercitado pelo seu magistério apostólico pela Igreja dispersa por toda a terra, o Santo Padre Francisco, acolhendo a petição e os desejos do Povo de Deus, dispôs que a celebração de São Paulo VI, papa, seja inscrita no Calendário Romano Geral, a 29 de maio, com o grau de memoria facultativa.
Esta nova memória deverá ser inserida em todos os Calendários e Livros Litúrgicos para a celebração da Missa e da Liturgia das Horas. Os textos litúrgicos a adoptar, em anexo ao presente decreto, devem ser traduzidos, aprovados e, depois da confirmação deste Dicastério, publicados sob a autoridade da Conferência Episcopal.
Não obstante qualquer disposição contrária,
Da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, 25 de janeiro de 2019, festa da Conversão de São Paulo, apóstolo.
Robert Card. Sarah
Prefeito
Arthur Roche
Arcebispo Secretário

segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Bispo Dom Carmelo alerta fiéis sobre “cristãos ateus” e critica busca por espiritualidades inconsistentes


Bispo Dom Carmelo alerta fiéis sobre “cristãos ateus” e critica busca por espiritualidades inconsistentes

Durante a homilia da missa de fim de ano celebrada na Catedral São Luiz Gonzaga, em São Luís de Montes Belos, o bispo diocesano Dom Carmelo Scampa fez um pronunciamento contundente sobre a vivência da fé nos tempos atuais. Dirigindo-se aos fiéis católicos, Dom Carmelo lançou um alerta sobre o risco de muitos cristãos estarem apenas frequentando os templos sem, de fato, manterem viva e autêntica a fé que o cristianismo exige.

“Corremos o risco de sermos cristãos ateus, que fazem a profissão de fé, mas sem acreditar. Não acolhemos o Filho de Deus”, afirmou o bispo, apontando o distanciamento progressivo entre a prática religiosa e a essência do Evangelho.

Dom Carmelo classificou como um drama humano a dificuldade em aceitar plenamente a mensagem cristã, mesmo quando ela está claramente apresentada nas Escrituras. “A luz resplandece e eu continuo teimando que ela não existe. Não deixo que ela me ilumine e assim trilho estradas paralelas”, refletiu. Para ele, essa atitude revela uma crise na liberdade humana, que, quando mal orientada, pode levar ao abandono do caminho da fé verdadeira.

O bispo também chamou atenção para a forma como muitos fiéis têm se relacionado com Deus, mantendo-o distante, como se fosse um recurso a ser acionado apenas em momentos de desespero. “Ele está lá e eu aqui. Até quando posso me virar, me viro. Só recorro a Ele quando todas as saídas parecem fechadas”, criticou. Essa postura, segundo ele, representa um perigo real para a vivência da fé cristã e o compromisso com a vida da Igreja.

Ainda em sua homilia, Dom Carmelo fez duras críticas ao que chamou de “atitudes pagãs” dentro do próprio meio cristão, quando fiéis rejeitam a centralidade de Deus e buscam soluções em experiências religiosas alternativas. “Quem perde nessa história não é Deus, é você”, alertou.

Ao citar o Evangelho de João — “Tudo foi feito por Ele” —, o bispo reforçou que o sentido da vida humana só pode ser compreendido em Cristo. “Eu não consigo responder aos meus problemas e aos enigmas da vida a não ser em Cristo, porque fui feito por Ele, para Ele e caminho em direção a Ele. Caminhar fora disso é pura ilusão.”

Dom Carmelo ainda fez uma crítica direta à procura de católicos por figuras e movimentos espirituais fora da doutrina da Igreja, citando o caso de João de Deus. “Essa lógica de buscar no espiritismo, ou em caminhos semelhantes, respostas para a vida é ilusão. É assim que muitos cristãos se perdem em experiências religiosas inconsistentes.”

A homilia foi recebida com atenção e reflexão por parte da comunidade presente, encerrando o ano litúrgico com uma convocação clara ao retorno à fé genuína, à coerência de vida cristã e ao reencontro com a verdadeira luz do Evangelho.


segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

São Luis de Montes Belos - Católicos reunidos para estudo de Políticas Públicas.


Jesus não veio nos salvar com um decreto de cima para baixo, veio se encarnar na realidade concreta para redimi-la por dentro. dom Carmelo, bispo da diocese São Luís de Montes Belos.


Padre Paulo Renato assessor Politico da CNBB.
A diocese de São Luís de Montes Belos em Goiás que reúne 39 paróquias abraça a Campanha da Fraternidade  que em 2019 terá como tema “Fraternidade e Políticas Públicas” e lema “Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1,27). No sábado, dia 15 aconteceu o tradicional treinamento que foi facilitado por Padre Paulo Renato de Campos - Assessor político da CNBB (Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil).

No encontro foi utilizado o método ver a realidade, julgar a realidade, analisar à luz da bíblia na experiência de Jesus Cristo  e agir, com a descoberta de pistas de ação que deverão ser levada em consideração por cada comunidade.

O facilitador do treinamento, Padre Paulo define a CF 2019 como a campanha de todas as campanhas, e explica que a temática escolhida diz respeito a todas as pessoas e a todas as campanhas porque políticas públicas são as ações concretas para fazer chegar até a população os direitos que estão garantidos na constituição e em outras leis.

O Texto base para a campanha foi bem trabalhado e trás informações preciosas para que todos entendam o funcionamento do sistema político atual no Brasil. Os deputados representam o povo brasileiro e são eleitos pelo sistema proporcional. Já os senadores, que representam os estados brasileiros, são eleitos pelo sistema majoritário.

O ponto alto da CF acontece paralelo ao tempo da Quaresma, que inicia no dia 6 de março e conta com o gesto concreto da Coleta Nacional da Solidariedade, no Domingo de Ramos, 14 de abril. O desejo da Igreja no Brasil é ajudar a sociedade a refletir sobre a importância das políticas públicas para que todos possam viver com dignidade.

O Bispo dom Carmelo Scampa explicou que antecipa o trabalho de formação sobre a temática para dar tempo de preparação aos agentes de pastorais, para que todas as paróquias tenham uma visão do texto base para organizar momentos de estudos.

Em entrevista às rádios, dom Carmelo diz esperar  que a CF-2919 suscite aos católicos o desejo de participar melhor dos conselhos, que é preciso ser mais sensível, mais ativos e mais conscientes já que a realidade concreta, visível faz parte de nossa vida de fé. Diz entender que Jesus não veio nos salvar com um decreto de cima para baixo, veio se encarnar na realidade concreta para redimi-la por dentro. É o caminho que nós temos que fazer, caso contrário, empobrecemos a fé, empobrecemos a igreja e as vezes, até destruímos as poucas esperanças que sobram nos corações dos mais pobres e necessitados.

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

2018 - Igreja Viva São Luís de Montes Belos - Go - Católicos reunidos em assembleia.


Católicos do Oeste Goiano participam de Assembleia Diocesana neste fim de semana em São Luís de Montes Belos


Por Pedro Cláudio – Jornalista e radialista

A partir da noite desta sexta-feira, 23, até o domingo, 25, a Casa São Paulo, em São Luís de Montes Belos, será o centro de encontro e reflexão para fiéis católicos da região Oeste de Goiás. Trata-se da Assembleia Geral Diocesana, uma tradição anual da Diocese de São Luís de Montes Belos, com caráter formativo e avaliativo, e que a cada quatro anos assume formato deliberativo.

Neste ano, como explica o bispo diocesano Dom Carmelo Scampa, a assembleia teria originalmente função deliberativa, mas, em virtude da espera pelas novas diretrizes do Plano de Pastoral da CNBB, previstas para 2019, a reunião deste ano será avaliativa, deixando decisões de maior impacto para a próxima edição.

Igreja, Povo de Deus: constituição e missão

Com o tema "Igreja, Povo de Deus: sua constituição e missão", a assembleia propõe momentos de estudo, aprofundamento e partilha sobre o papel e a missão de cada batizado na construção da Igreja. O assessor do encontro será o padre Dionivaldo Rosa Pires, pároco da Paróquia Jesus Bom Pastor, de Indiara (GO), que conduzirá reflexões centradas no protagonismo dos leigos e leigas, dos ministérios e dos diversos carismas dentro da comunidade cristã.

Em mensagens veiculadas pelas rádios diocesanas, Dom Carmelo destacou que a escolha do tema visa favorecer uma compreensão mais profunda da identidade e da vocação eclesial de cada fiel. “Somos diferentes em dons e ministérios, mas unidos por uma mesma dignidade que recebemos pelo batismo. É tempo de descobrir e valorizar isso”, afirma o bispo.

Encontro de unidade e compromisso

Mais que um espaço para debates e avaliações pastorais, a Assembleia é, segundo Dom Carmelo, um tempo de comunhão. Ele ressalta que, numa igreja particular, momentos como esse servem para fortalecer laços entre as comunidades, reafirmar a corresponsabilidade de todos os batizados e reavivar a missão evangelizadora da Diocese.

“É o momento de olhar para o que já fizemos, discernir o presente e planejar com sabedoria o futuro da caminhada eclesial. Tudo isso juntos, como irmãos e irmãs a serviço do Reino”, conclui Dom Carmelo.

A expectativa é de que representantes de todas as paróquias da diocese participem do evento, enriquecendo o processo com a diversidade de experiências vividas nas comunidades locais. A Assembleia marca, assim, mais um passo na construção de uma Igreja viva, sinodal e em saída, como pede o Papa Francisco.


Pedro Cláudio é jornalista e radialista. Colabora com meios de comunicação católicos na região Centro-Oeste.

 


Fé e Devoção: Comunidade celebra a Novena de Nossa Senhora das Graças com o tema “O Terço é um caminho que nos mostra a porta da salvação: Jesus”


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Na comunidade Nossa Senhora das Graças, nos bairros Parque das Estrelas e Rosa dos Ventos, a fé é o que move o povo. Em um tempo marcado por barulhos e disputas de atenção, ali ninguém faz show — toda a atenção é voltada para Jesus e Maria. A devoção popular, nascida do coração do povo, é expressão pura e simples de fé: o povo reunido para rezar.



A Novena de 2018 tem como tema “O terço é um caminho que nos mostra a porta da Salvação: Jesus”. Desde o dia 17 de novembro, os fiéis se reúnem todas as noites, às 19h30, para a reza do terço e celebrações eucarísticas. Ao final de cada momento litúrgico, a comunidade confraterniza, fortalecendo os laços espirituais e de amizade.

A cada noite, um animador conduz reflexões inspiradas nos mistérios do Santo Rosário, prática que une oração e contemplação, ajudando a meditar a vida de Cristo pelos olhos de Maria. O encerramento da novena está marcado para o dia 28 de novembro, com missa solene, coroação de Nossa Senhora e apresentação dos novos festeiros.

A reza do terço, ou rosário, é uma tradição que resiste ao tempo. Introduzida por São Domingos de Gusmão no século XIII, continua viva nas mãos e nos corações dos fiéis. Entre os episódios históricos que reforçam seu valor, destaca-se a Batalha de Lepanto em 1571, onde a vitória cristã contra forças muçulmanas foi atribuída à oração do rosário, inspirando o Papa Pio V a instituir a festa de Nossa Senhora do Rosário.

valdion Marques devoto de Nossa Senhora

Papado após papado, o terço tem sido exaltado. São João Paulo II, devoto confesso, escreveu a Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae (2002), afirmando que, por meio do rosário, contemplamos o rosto de Cristo com os olhos de Maria. Bento XVI, em discurso de 3 de maio de 2008, disse:

“No mundo atual tão dispersivo, esta oração ajuda a colocar Cristo no centro, como fazia a Virgem.”

É essa espiritualidade silenciosa e profunda que pulsa na comunidade Nossa Senhora das Graças. Rezar o terço não é só tradição — é forma de resistência da fé, é caminho para Cristo, é expressão viva da devoção popular. Em cada Ave-Maria, ecoa o compromisso de quem acredita no poder da oração simples e verdadeira.

Enquanto o mundo aplaude palcos e espetáculos, ali, no meio do povo, o foco é outro: Jesus e Maria reinam com simplicidade. Afinal, como disse a própria Mãe: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38). É essa obediência que inspira, é essa fé que transforma.

 


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Relíquia de Frederico Ozanan fundador dos Vicentinos em Iporá Goiás


Está acontecendo nesta região a peregrinação da "Relíquia de Antônio Frederico Ozanan, nesta diocese percorre as cidades :Caiapônia, Iporá, Montes Claros e São Luis de montes Belos. Amanhã, dia 15 de novembro  será a vez de Iporá, a celebração acontece na igreja Matriz Nossa Senhora Auxiliadora a partir das três horas da tarde.
A relíquia é um pedaço de linho na cor creme que Frederico Ozanan usava quando foi sepultado. O tecido era um manto colocado para envolver o corpo, seguindo um ritual próprio dos franciscanos, Frederico Ozanan participava da ordem terceira franciscana//
Em 1929 quando houve a exumação a família do principal fundador da Sociedade São Vicente de Paula autorizou o Conselho Internacional a fazer a retirada de parte do manto para transforma-lo em pequenas relíquias.

Essa relíquia vem envolta a uma estatueta, uma imagem de cerâmica que retrata a figura de Ozanan//
Segundo os vicentinos, essa relíquia é conservada para preservar a memória do seu fundador e também para propiciar momentos de veneração a quem tão bem fez a humanidade. João Bueno de Morais, João do Pote da coordenação do Lar São Vicente de Paulo, uma das obras vicentinas explica que essa imagem vem de Roma para onde retorna após a peregrinação por aqui.
A motivação

Viver de modo atualizado as virtudes missionárias vicentinas, para bem servir a Cristo evangelizador dos pobres: a autenticidade no ser e agir, buscando a verdade(simplicidade); a abertura de coração a Deus,  reconhecendo nele o Senhor de nossa vida, sem autossuficiência e prepotência(humildade); a capacidade de manter a ternura e a bondade na luta (mansidão); a capacidade de concentrar-se para optar em radicalidade por Cristo e seu Reino (mortificação); e a dedicação generosa, atuante, criativa e responsável para evangelizar e servir os pobres (zelo)!

VIDA DE FREDERICO

Ozanam matriculou-se na escola dos pobres, aí encontrou Jesus e desenvolveu uma atitude compassiva e misericordiosa, que orientou sua fé, sua vida e seu trabalho: “Os pobres, nós os enxergamos com os olhos da carne. Eles estão aí! Podemos tocar com o dedo suas chagas: aqui a incredulidade não é mais possível – É preciso cair de joelhos aos seus pés e gritar: MEU SENHOR E MEU DEUS! Vocês são nossos mestres e seremos seus servos. Vocês são para nós imagens sagradas do Deus que não enxergamos. Não podendo amá-lo de outro jeito, nós O amaremos em vocês”. Nas pegadas de São Vicente, Ozanam fez a experiência de encontro com Cristo presente nos pobres, neles encontrou o Verbo Encarnado, fez uma corajosa e fecunda opção pelos pobres: “Tomemos partido dos pobres, miseráveis da classe operária...”
Antônio Frederico Ozanam  ensina um amplo e rico horizonte espiritual para avida de fé e trabalho vicentino. É um fantástico programa de vida cristã, a que o vicentino é chamado a viver e a transmitir aos outros. Em vista de sua santificação pessoal e da santificação dos outros, não podemos perder de vista as ricas pistas espirituais vicentinas que Ozanam nos deixou para que a SSVP continue sempre viva em missão e buscando sempre a mudança para transformação da realidade dos mais pobres.

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Brasil e Vaticano: Acordo Bilateral Completa 10 Anos Reafirmando Liberdade Religiosa




Brasil e Vaticano: Acordo Bilateral Completa 10 Anos Reafirmando Liberdade Religiosa

Em 13 de novembro de 2018, completam-se dez anos da assinatura do Acordo entre a República Federativa do Brasil e a Santa Sé, documento que estabelece o Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil. Firmado em 2008 e transformado em decreto em 2010 pelo governo brasileiro, o acordo fortalece o princípio da liberdade religiosa e assegura a atuação da Igreja Católica — e de outras confissões religiosas — em diversas áreas da vida social brasileira.

O acordo foi firmado em um contexto diplomático comum entre o Estado brasileiro e a Santa Sé — entidade soberana e reconhecida internacionalmente, cuja sede é o Vaticano, a cidade-Estado situada em Roma, na Itália. Tratando-se de um pacto internacional, a tramitação ocorreu por meio do Ministério das Relações Exteriores, e teve sua legalidade reconhecida pelos organismos internacionais.

O arcebispo de São Paulo, cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, é uma das vozes que defende publicamente a legitimidade do acordo. Em artigos e entrevistas, ele ressalta que o tratado não fere o princípio da laicidade do Estado brasileiro, uma vez que não concede privilégios exclusivos à Igreja Católica, mas apenas regula juridicamente sua atuação no país, garantindo inclusive igualdade de tratamento a outras religiões.

Entre os pontos mais relevantes do acordo, destacam-se:

  • Reconhecimento do casamento religioso com efeitos civis, desde que observadas as exigências da legislação brasileira;
  • Garantia de acesso de ministros religiosos a hospitais, presídios e outras instituições, para o exercício da assistência espiritual;
  • Liberdade de atuação das instituições de ensino católicas, bem como das organizações sociais e assistenciais mantidas pela Igreja;
  • Proteção do patrimônio religioso, incluindo templos, objetos litúrgicos e espaços de culto.

Em artigo publicado pelo Vatican News, Dom Odilo Scherer destaca que o tratado “não busca estabelecer uma religião oficial”, mas sim garantir segurança jurídica para o exercício da fé. “É um instrumento necessário para preservar o livre exercício das atividades religiosas em um Estado democrático e pluralista”, afirma o cardeal.

O texto integral do acordo pode ser consultado no site da Presidência da República, por meio do Decreto nº 7.107/2010:
🔗 www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/decreto/D7107.htm

Um Marco na Relação Estado–Igreja

A assinatura do acordo Brasil–Santa Sé representa um marco histórico nas relações entre o Estado e as instituições religiosas no país. Ao reconhecer formalmente o papel da Igreja na vida social e comunitária, o Estado brasileiro reafirma o direito à liberdade de crença e culto, fundamento previsto na Constituição Federal, respeitando a pluralidade religiosa da nação.

Dez anos depois, o tratado permanece como exemplo de convivência pacífica entre fé e laicidade, assegurando que nenhuma crença tenha privilégio, mas que todas possam exercer seus direitos com respaldo jurídico e institucional.

 


sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Iporá Goiás- DIA DE FINADOS, O SENTIDO DE CELEBRAR OS FIÉIS DEFUNTOS.


Rezar pelos mortos “É UM PENSAMENTO SANTO E SALUTAR ORAR PELOS MORTOS, PARA QUE SEJAM LIVRES DOS SEUS PECADOS”. II Mac. 12,46.

02 de novembro em Iporá Goiás, como em todas as cidades do Brasil foi um dia de muita movimentação nos cemitérios por ocasião do dia de finados, feriado nacional.
Nos cemitérios Dom Bosco e São João Batista a igreja Católica com o apoio da prefeitura, montou uma estrutura para um dia todo de oração em comemoração de todos os fiéis defuntos. Mas qual o sentido de dar atenção a quem não está mais fisicamente entre nós?
O assunto é divergente entre os Cristãos, mas pelo menos desperta a atenção de todos, já que espíritas e evangélicos também comparecem nos cemitérios nesse dia.

A igreja Católica fez presença das 7h às 18h, intercalando os momentos entre missas, devoção popular (reza do terço e ofícios das comunidades), recebendo a todos e contribuindo para o alívio do sofrimento com a ausência de um ente querido. O médico, Padre Pablo, pároco da Paróquia Paulo VI (antiga Cristo Libertador), além de presidir as missas deu plantão para assistir aos fiéis com confissões e mesmo para uma conversa, para esclarecer dúvidas. Padre Pablo disse em entrevista às rádios que as almas que estão no purgatório precisam de nossa oração, e citou referencias bíblicas que dá sentido a essa fé, caso de Macabeus, carta de Paulo entre outras que nos orientam a rezar pelas almas. Jo 6, 37-40: “A Vontade do Pai é que eu não perca nenhum daqueles que Ele me deu, mas os ressuscite no último dia”. O nosso Deus é o Deus dos vivos (Mt 22,32), Aquele que em Jesus nos ressuscitará pelo seu poder (1 Cor 6,14).

Da paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, o pároco, psicólogo, Padre Célio Amaro e o vigário Paroquial Padre Melquíades assistiram a comunidade no cemitério Dom Bosco.
Padre Célio disse na rádio que rezar pelos mortos é rezar pelos que já faleceram e despertar em todos os que estão vivos um cuidado com a vida.

Palavra do Bispo

Bispo da diocese de São Luís de Montes Belos , Dom Carmelo Scampa, está internado em Goiânia, onde recupera de uma cirurgia no olho, participou nas rádios de Iporá e na entrevista às rádios Rio Claro AM e Felicidade FM  esclareceu o ponto de vista católico. 

Eis a transcrição de parte da entrevista.


Disse dom Carmelo que a igreja quer com o dia de finados reafirmar em primeiro lugar o seu creio, CREIO NA COMUNHÃO DOS SANTOS. Não há separação entre os vivos e os mortos, há simplesmente uma mudança de condição, de existência, porque em Cristo que nos resgatou através de sua morte e ressurreição nós somos vivos. Jesus Cristo é ontem, hoje e sempre, e Deus, como está escrito na Bíblia, é o Deus de Abraão, de Isac e de Jacó, não é um Deus dos mortos mas dos vivos e o dia de finados vem nos ajudar a recuperar em nossas convicções, em nossa vivencia a verdade da comunhão dos Santos. Ai podemos perceber o sentido da oração aos fiéis defuntos.
Estamos em comunhão, alguns de nossos irmãos já vivem definitivamente com Deus, outros experimentam uma passagem, o período de purificação que chamamos de purgatório. Nossa oração a eles, ajudam nesse processo, explicou o bispo, ajuda os mortos, daí o sentido de acelerar a transformação interior, a purificação interior para a entrada definitiva no reino da luz, na paz definitiva.
A leitura do livro dos Macabeus ajuda a lembrar isso; O sacrifício que Judas Macabeus manda fazer em Jerusalém para que os pecados daqueles que tinham tombado na batalha, porque no lugar de acreditar no Deus de Israel se entregaram aos ídolos, para que os pecados fossem perdoados mandou celebrar um sacrifício em Jerusalém.
O Dia de Finados revela uma verdade que estamos perdendo de vista: a Ressurreição, o mundo futuro, nós estamos romeiros nessa terra, caminhando, na penumbra da fé como diz a carta aos Hebreus, pressurosos para alcançar uma cidade definitiva e permanente que acontecerá com a nossa ressurreição. Temos a necessidade de aprofundar mais a realidade eterna, o nosso destino que é a ressurreição, a vida em plenitude com Deus.
Também esse dia de finados tem a finalidade de satisfazer o afeto, a gratidão para quem caminhou conosco e nós com eles e que não estão mais conosco. É um dever do coração não esquecer quem caminhou, quem fez parte de nossa vida. Se a memória cancela tantas lembranças, nos faz esquecer tantas coisas, o afeto não nos deixa esquecer quem nos amou e a quem nos amamos. No coração de cada um estão vivos aqueles que nos chamamos de defuntos fazer memória.

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

Ano do laicado - Atletas de Jesus 20 anos em Iporá Goiás

Atletas de Jesus, alegria contagiante em 20 anos.



Leigos que arregaçam as mangas e se lançam ao trabalho.

Um grupo de católicos descobriu em Goiás, há quase 30 anos que pode trabalhar a evangelização por meio do esporte e fundaram o grupo Atletas de Jesus, e desde então estão sempre em atividade promovendo ações sociais diversas e despertando a sociedade para o mundo cristão. Nascido por intermédio da renovação carismática Católica, esse grupo procura atrair os jovens e pessoas de todas as idades para a prática saudável do esporte e também para serem ativos nas pastorais e movimentos.
Coordenador Mauro e esposa na Celebração
Essa história iniciou-se a 26 anos em São Luís de Montes Belos e se espalhou por diversas cidades, sempre contando com o trabalho voluntário, a boa vontade de leigos e leigas que abdicam de diversas outras opções de lazer para se colocar a serviço e  não medem esforços para que, a cada dia mais e mais pessoas participam.
Neste domingo, dia 16 de setembro de 2018 o grupo Atletas de Jesus se reuniu para celebrar os 20 anos de Iporá, repensar projetos e confraternizar. No primeiro momento o grupo participou da celebração eucarística na igreja matriz Nossa Senhora Auxiliadora e logo em seguida foram para o espaço da associação para um jogo de futebol e depois almoço na casa do Eternildo.
grupo de mulheres abraçam a causa em atletas de Jesus
Atletas de Jesus em Iporá tem uma Associação documentada, tem um terreno no perímetro urbano composto por um campo de futebol, alguma estrutura já iniciada para futuramente sediar uma capela, sala de catequese e outros.
Fernando Ferreira, funcionário público Federal, um dos fundadores do grupo Atleta de Jesus, teve a iniciativa há 20 anos, quando veio de São Luís de Montes Belos para Iporá, ele relata que no início teve resistência até de membros da igreja, mas que aos poucos foi vencendo as barreiras e que hoje existe mais apoio/..
Farmacêutico, Empresário Edmirso José Ribeiro participa desde 1999, diz ele que seu filho de 13 anos cresceu em meio a atletas de Jesus, ele espera que esse grupo cresça cada vez mais para o bem da Evangelização.  Zezé Miranda de São Luís de Montes Belos é mais antigo no grupo, disse que em Iporá foi plantada uma árvore que já gera muitos frutos. O Atleta de Jesus tem dois vereadores atuantes, Eder Manoel em Iporá e Manoel Pereira da Rocha Neto, Rochinha de São Luís de Montes Belos.

terça-feira, 8 de maio de 2018

Maria é quem nos ensina a viver e a sofrer

Padre Reginaldo Manzote

Encontramos na Bíblia pouquíssimas palavras pronunciadas por Maria. Seu nome também não é citado muitas vezes. Maria é chamada de “Bendita e Mãe do Senhor por Isabel” (Lc 1, 42); “Serva do Senhor” como ela própria se definiu (Lc 1, 38.48); “Bem-aventurada” como profetizou que as gerações a chamariam. Mas, o seu nome, “Maria”, é citado por Mateus cinco vezes (Mt 1, 15. 18.20; 2, 11; 13, 55). Já Marcos cita apenas uma vez (Mc 6, 3). Lucas cita 12 vezes no Evangelho (Lc 1, 27.30.34.38.39.41.46.56; 2, 5. 16.19.34); e uma vez nos Atos dos Apóstolos (At 1, 14). João refere-se a ela como a “Mãe de Jesus” ou “sua Mãe” sem mencionar o seu nome uma única vez. Mas, seja citada pelo nome, ou referida como já destacamos acima, ou ainda “Mulher” como o próprio Jesus se referiu a ela, constatamos amplamente a presença silenciosa de Maria em todas os acontecimentos importantes, especialmente da vida de seu filho Jesus Cristo. Desde o momento da anunciação até o nascimento da Igreja.
Então, como alguém pode não compreender o papel de Maria na obra da salvação, se o Evangelho nos deixa tão claro: em virtude da encarnação, do verbo se fazer carne, de Deus visitar a humanidade, Dele se fazer uma criança, Maria se torna a arca. O útero de Maria se torna o primeiro tabernáculo. E a obra da redenção teve início no útero de Maria. É o útero que representa o anseio de toda uma humanidade sedenta do Verbo Eterno do Pai.
Deus encarnado fez a sua primeira moradia no ventre de uma mulher, Maria, que aceitando o convite da graça e dizendo o “sim”, se torna um modelo de quem faz a vontade do Pai.
Na cruz. Maria é cheia de graça, é plena do espírito. Se sofre o filho, sofre a mãe. Se o filho padece, a mãe padece. Não é assim com todas as mães?
Nossa Senhora era mãe, por isso, se coloque no lugar dela, vendo um jovem, um rapagão de 33 anos, sofrer o que Jesus sofreu, morrer da forma que Jesus morreu.
Jesus traído, negado, abandonado pelos próprios apóstolos. Já parou para pensar na proximidade que Nossa Senhora tinha com os apóstolos? Quando Ele foi traído, magoada, ela também foi. Se Jesus andou três anos com os apóstolos, Maria também fazia parte dessa convivência. Ela também deve ter sofrido quando Judas vendeu seu filho por 30 moedas.
Maria experimentou a dor, primeiro na fé e fez a diferença, porque se não fosse a fé e a esperança, ela teria se desesperado. Maria teria outra atitude e não a de que ficar em pé, aos pés da cruz (Jo 19, 25).
É essa presença silenciosa na hora da dor, que Maria nos dá como exemplo. Às vezes, nos deparamos com pessoas que estão sofrendo, muito doentes e pelas quais já não podemos fazer nada e não encontramos palavras que vão confortar, mas a nossa presença, silenciosa, já é uma ajuda. Mesmo que não consiga verbalizar essa presença, já é uma ajuda.
Maria entendeu isso. Na cruz, ela não disse uma palavra. Podemos ver nos quatro Evangelhos: Jesus falou, Maria não disse nada, ficou quieta, de pé, mas não precisa estar escrito para sabermos que seu coração dizia: “Estou aqui Filho, estou ao Teu lado”.
Maria nos ensina a perseverar, a manter-se firme no sofrimento. E nos ensinou também a superar a traição, porque bastou o Filho morrer, ela pegou o seu corpo, colocou no sepulcro e voltou para rezar com os apóstolos. Ou seja, ela voltou para aqueles que abandonaram seu filho.
Com o nascimento da Igreja, começa efetivamente a missão de Maria, confiada por Jesus aos pés da cruz: “Filho, Eis aí tua mãe. Mãe Eis ai teu filho” (Jo. 19, 25-27). Ela é a Mãe da Igreja e a mãe que intercede por nós.
Nós temos uma mãe não somos órfãos e se uma mãe aqui da terra tira da boca para dar a seus filhos, imagine Nossa Senhora que é toda santa, pura, imaculada e repleta de amor.
Se Maria foi exaltada por Deus, claro que em vista dos méritos de Jesus. Se Deus a escolheu, enviou um anjo, a proclamou a cheia de graça. Se Deus fez dela a arca de toda a humanidade, então, que ninguém tenha receio de recorrer a ela, de venerá-la, de exaltá-la e proclamá-la bendita entre todas as mulheres.

Padre Reginaldo Manzotti é fundador e presidente da Associação Evangelizar é Preciso – Obra considerada benfeitora nacional que objetiva a evangelização pelos meios de comunicação – e pároco reitor do Santuário Nossa Senhora de Guadalupe, em Curitiba (PR). Apresenta diariamente programas de rádio e TV que são retransmitidos e exibidos em parceria com milhares de emissoras no país e algumas no exterior.

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sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Católicos reunidos em Londrina PR: Igreja deve ser mais atuante nas causas sociais. 14

14ª Intereclesial Londrina PR
Com o tema, CEBS, os desafios do mundo urbano, está acontecendo em Londrina-PR, o 14º intereclesial das cebs, (comunidade eclesiais de base). O encontro que tem como lema: “Eu vi…, eu ouvi os clamores do meu povo e desci para libertá-lo” (Ex 3,7), começou dia 23 de janeiro  e vai até sábado dia 27.
A diocese de São Luís de Montes Belos é representada por Ir. Dirlene da Glória Rodrigues, religiosa do Instituto Missionário Divino Espírito Santo  que reside em São Luís de Montes Belos, padre Everaldo Pires da Cruz, religioso passionista e  vigário paroquial da paróquia Santa Cruz em São Luís de Montes Belos e por um leigo Antonio Faustino residente em Piranhas.

Delegados de todas as regiões do Brasil estão lá participando do evento, explica irmã Dirlene. O arcebispo de Londrina Dom Geremias Steinmetz, na abertura do evento chamou a atenção de todas as lideranças para a prática diária de VER, OUVIR, DESCER E LIBERTAR.
Falando aos ouvintes da rede Diocesana de Rádio, Irmã Dirlene explicou que As CEBs, são uma forma de vivencia comunitária, de inserção na sociedade, de exercício do profetismo e de compromisso com a transformação da realidade.
Encontro de CBs pede igreja contra desigualdade.
Entre os assessores estão Frei Beto, conhecido pelo engajamento nas lutas sociais e por diversas ações contra a ditadura e Pedro Ribeiro de Oliveira, sociólogo, um dos fundadores do movimento Fé e Política.
Frei Beto em sua fala disse que devemos viver em comunidade  com atenção nos três Ps: pai ,pão e partilha. Lembrou o assessor no encontro, que muitos brasileiros não tem o pão de cada dia devido as desigualdades. O sociólogo Pedro chama a atenção de todos os católicos para necessidade de uma reorganização e para que sejamos mais ativos nas ações pastorais. Somente com o engajamento de todos de forma muito ativa, se consegue uma sociedade mais igualitária.


Antônio Faustino avalia sua participação como muito boa para o aprendizado e destaca o jeito de ser igreja na sociedade, a igreja em saída como uma das orientações mais importantes e constatou uma realidade: como igreja, estamos bem distante dos objetivos traçados. 

Padre Everaldo em sua entrevista diz esperar que esse encontro favoreça na igreja um despertar para o melhor engajamento nas atividades pastorais na luta por uma sociedade melhor, mais igualitária. Que todos os batizados e batizadas se ocupem  mais da luta pelos menos favorecidos e que promova uma igreja engajada nas lutas sociais. Que tenhamos mais atenção aos excluídos, os marginalizados, especialmente os que padecem discriminação, preconceito por causa da  sexualidade, pela cor da pele e os indígenas.  

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Médico de sucesso 10 anos de profissão decide ser Padre.

Foto: Dom Carmelo, diác. Pablo, pais e amigos
Diácono Pablo Henrique de Faria nasceu em São Luís de Montes Belos no dia : 01/03/1978, ingressou no seminário em 2013 e foi ordenado diácono no dia 13 de janeiro de 2018 em Roma pelo bispo Dom Carmelo Scampa.



O site de notícias Oeste Goiano informou em 14/01/2018 a ordenação diaconal de um médico que decidiu ser padre, mesmo após com uma carreira de sucesso como otorrinolaringologista. O fato causou espanto, estranheza em muita gente, afinal, num mundo capitalista, deixar o conforto de uma tranquilidade financeira é loucura.

Pablo deixa para trás um consultório montado, excelente rendimento financeiro para viver sem luxo, só pensando em evangelizar, trabalhar para o bem do próximo. Ele mesmo admite que como ser humano, passou e passa por algumas dúvidas e crises mas que nunca deixou a dúvida sobrepor à sua vocação.

O bispo que  acolheu e incentivou essa vocação, Carmelo Scapmpa não se espanta com essa decisão, diz ele que Pablo recebeu e atendeu a um chamado de Deus. Não devemos transformar isso em mito,  em uma coisa extraordinária, lembra que toda pessoa tem uma história, sua profissão e que cada um dos padres, deixa algo para trás quando diz sim a Deus, muitas ou poucas coisas daquilo que tem, e  ressalta que todos, médicos, advogados, seminarista, pessoas simples, de famílias pobres, ou de origem rica percorrem praticamente a mesma trajetória. Dom Carmelo diz que não é preciso se impressionar e discutir o assunto, isso é desnecessário nesse processo. Fato é, que em qualquer idade, com qualquer posição social o ser humano pode ser chamado por Deus para algo de imprevisível e imprevisto e que exige mudanças radicais de vida daquele que foi chamado.

Isso, na visão do bispo é importante, porque obriga a todos como educadores, pais e mães de família, como professores nos colégios, a terem toda uma atenção especial em duas direções: Primeiro naquilo que Deus quer de cada um, e segundo conseguir captar esse chamado para ajudar as pessoas a responder positivamente.


A diocese de São Luís de Montes Belos é bastante carente, e precisa de pessoas abertas, corajosas, destemidas que enfrentem o caminho também do sacerdócio para ser nas comunidades imagens vivas de Cristo Bom Pastor.

https://www.oestegoiano.com.br/noticias/religiao/sao-l-de-m-belos-medico-se-tornou-padre

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Dia de finados, confira a programação de celebrações em Iporá.

Quinta—feira dia 02 de novembro, feriado de finados em todo território nacional, é um data em que os cemitérios ficam lotados de visitantes. Iporá na região Oeste de Goiás, cidade de forte tradição Cristã, neste dia 02 de novembro religiosos de diversas denominações fazem plantão. Muitas distribuem folders, panfletos e outros difundindo sua opinião, defendendo suas ideologias, outras procuram o local para orações e contribuir para com os visitantes em suas orações. A igreja Católica marca presença durante todo o dia com missas, celebração da Palavra, reza do terço e outras orações.

Mensagem do Papa Francisco para o dia: Hoje voltemos para casa com esta dúplice memória: a memória do passado, dos nossos entes queridos que já se oram; e a memória do porvir, do caminho que nós havemos de percorrer. Com certeza, a segurança; aquela certeza que saiu dos lábios de Jesus: ‘Eu o ressuscitarei no último dia’ (Jo 6,40)”.

As celebrações neste dia serão da seguinte forma:

06:30| Missa Matriz N. S. Auxiliadora: Pe Ribamar Divino,CP
08:00| Missa Cemitério Novo-Iporá: Pe Eduardo Henrique,CP
08:00| Missa Cemitério Velho-Iporá: Pe Paulo Afrânio,CP
08:00| Missa Cemitério Israelândia: Pe Ribamar Divino,CP
09:00| Oração da Sete Dores de Maria Santíssima- Cemitério Novo-Iporá:
09:00| Oração das Sete Dores de Maria Santíssima-Cemitério Velho-Iporá:
09:00| Missa Matriz Santo Antônio-Jaupaci: Pe Melquiades Filho,CP
10:00| Celebração da Palavra-Cemitério Novo-Iporá: Diác. Jose Santos
10:00| Celebração da Palavra-Cemitério Velho-Iporá: Diac. Pedro Claudio
11:00| Terço e Ladainha de S. José-Cemitério Novo-Iporá:
11:00| Terço e Ladainha de S. José-Cemitério Velho-Iporá:
12:00| Celebração da Palavra-Cemitério Novo-Iporá: Diac. Evilasio Sobrinho
12:00| Celebração da Palavra-Cemitério Velho-Iporá: Alirio
13:00| Ladainha do Sagrado Coração Jesus-Cemitério Novo-Iporá:
13:00| Ladainha do Sagrado Coração Jesus-Cemitério Velho-Iporá:
14:00| Terço e Ladainha-Cemitério Novo-Iporá:
14:00| Terço e Ladainha-Cemitério Velho-Iporá:
15:00| Missa-Cemitério Novo: Pe Paulo Afrânio,CP
15:00| Missa-Cemitério Velho: Pe Eduardo Henrique,CP
15:00| Celebração Cemitério dos Rochas-Jaupaci: Pe Melquiades Filho,CP
16:00| Terço e Ladainha de N. Senhora-Cemitério Novo:
16:00| Terço e Ladainha-Cemitério Velho:
17:00| Celebração da Palavra-Cemitério Novo: Diac. Pedro Claudio
17:00| Celebração da Palavra-Cemitério Velho: Diac. Evilasio Sobrinho
19:30| Missa Matriz São João Bosco-Israelândia: Pe Melquiades Filho,CP
19:30| Missa Com. São Paulo Apostolo: Pe Eduardo Henrique,CP
19:30| Missa Com. Santa Marta: Pe Ribamar Divino,CP
19:30| Missa Com. São Francisco de Assis: Pe Hermogenes Scopel,CP
19:30| Celebração Com. Santo Antônio-rural:

19:30| Celebração Com. Jesus Bom Pastor-Buriti: