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Palmestron Cabral - advogado de defesa |
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Julgamento de mulher que matou marido com 40 facadas continua.
terça-feira, 4 de setembro de 2018
Matou o marido a facadas e está em prisão domiciliar.
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Rosirene está em prisão domiciliar |
J-GO julgará recurso do
MP contra prisão domiciliar de mulher condenada por matar marido com 40 facadas
O Tribunal de Justiça de
Goiás (TJ-GO) vai julgar, no próximo dia 6 de setembro, às 13h, um recurso do
Ministério Público contra a decisão que concedeu prisão domiciliar a Rosirene
Rodrigues da Silva, condenada por matar o marido com 40 golpes de faca. O crime
ocorreu no Natal de 2016, em Iporá.
Após ser presa, a defesa,
conduzida pelo advogado Palmestron Cabral, solicitou a liberdade da ré. O
pedido foi atendido parcialmente pelo juiz responsável pelo caso, que
determinou a prisão domiciliar — decisão considerada inédita no município. O
Ministério Público recorreu, buscando a revogação do benefício, e agora o caso
será analisado pelo TJ-GO.
O crime
Rosirene Rodrigues da
Silva é apontada como autora do assassinato de Erasmo Silva Gonçalves, de 36
anos. O corpo foi encontrado boiando no Rio Caiapó, nas proximidades da ponte
da GO-221, entre Iporá e Palestina de Goiás, no dia 25 de dezembro de 2016.
A vítima, natural de
Iporá, era trabalhador braçal e residia no bairro Parque das Estrelas. Segundo
familiares e conhecidos, Erasmo era uma pessoa pacata, sem inimizades
conhecidas. Ele deixou dois filhos. O corpo foi recolhido pelo Instituto Médico
Legal e identificado por familiares cinco dias depois, em 30 de dezembro
daquele ano.
O julgamento do recurso
pode resultar no retorno de Rosirene ao regime fechado, caso o Tribunal acate o
pedido do Ministério Público.
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
De pacato cidadão a assassino, o que passa na cabeça do ser humano.
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Zé Vaqueiro preso em 2011 |
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
Região Oeste de Goiás: Conflitos internos e interesses diversos na luta pela terra.
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Edson Messias presidente do Sindicato |
Esse acampamento, agora pré-assentamento Eli Euclêncio existe desde 2007 e é coordenado por uma associação legalmente constituída, segundo os envolvidos no movimento.
Um desentendimento entre o Presidente do Sindicato, Edson Messias e o seu vice Sérgio Santos complica a já difícil solução para essa questão.
Sobre a lista de contemplados: Sérgio Santos quer que sejam assentados 35 famílias, e o presidente do sindicato diz que não se pode abrir mão do que foi acordado, 48 famílias, já que cada uma terá o pagamento do governo no valor equivalente a 2 alqueires, no máximo 3 alqueires.
Edson Messias justifica sua ausência da fazenda ocupada, segundo disse, devido a agressões sofridas lá porque está contrariando interesses deles.
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
ENEL,antiga CELG garante que vai melhorar atendimento com energia elétrica
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Moisés Lemes - ENEL Distribuição Goiás |
Pela primeira vez a empresa de distribuição de energia falou sobre os problemas enfrentados pelos consumidores nesta região. Acompanhado da jornalista Débora Silva Teixeira da diretoria de comunicação da empresa, Moisés Lemes - Responsável pela Regional de Iporá respondeu às diversas indagações e atendeu aos ouvintes.
Os investimentos tem um custo ao consumidor, o órgão regulador já foi consultado e a energia a partir de setembro poderá ser onerada em 12%
domingo, 26 de agosto de 2018
Política com precaução, é preciso inteligência
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Adailton Leite - Presidente do Sindicato Rural |
Outra opinião
WHATSAPP (064) 98137-8744
sábado, 25 de agosto de 2018
Apontado como autor da morte de Vanessa Camargo é solto novamente.
Palmestron Cabral - advogado de defesa |
A defesa alegou não haver elementos que fundamentassem a recondução do réu à prisão, alegando que o acusado é réu primário, possui endereço fixo, respondeu o processo em liberdade e cumpriu rigorosamente as medidas cautelares, e que assim não representa ameaça a ordem pública, à instrução criminal ou a aplicação da lei penal.
Diz o desembargador em sua decisão: Nesse momento de cognição primária vejo que o ato construtivo está calçado apenas da periculosidade, pois durante a instrução tentou alterar a realidade fatídica, “fantasiando e formatando a cena do crime com intenção de convencer os órgãos do estado”, visando alcançar a impunidade pelo crime que muito provavelmente cometera.
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
2018 Superlotação e risco à segurança: situação do presídio de Iporá exige solução urgente
Superlotação e risco à
segurança: situação do presídio de Iporá exige solução urgente
Por Pedro Cláudio – Jornalista e radialista
A situação do sistema
prisional em Iporá, Goiás, é alarmante e foi colocada em evidência durante o
evento Justiça Pela Paz em Casa, realizado de 20 a 24 de agosto. Em uma
mesa-redonda com a participação de advogados, juízes, promotores, policiais,
estudantes de direito e psicologia, além de lideranças comunitárias, ficou
claro que o presídio local está à beira de um colapso.
Segundo dados
apresentados no evento, o presídio de Iporá, em 23 de agosto, abrigava 138
presos, número bem acima de sua capacidade. E a situação pode piorar: há 95
mandados de prisão em fase final de tramitação ainda em 2018, e a expectativa é
de que, em 2019, mais 100 pessoas sejam presas na região.
“Uma bomba-relógio no
centro da cidade”
A gravidade foi
reconhecida publicamente pelo prefeito Naçoitan Leite, que classificou o
presídio como "uma bomba-relógio pronta a explodir a qualquer
momento". O gestor ressaltou que, além da superlotação, a localização do
presídio no centro da cidade representa risco à população.
A prefeitura já disponibilizou
um terreno para a construção de uma nova unidade prisional, mas reforça que a
responsabilidade pela obra é do governo estadual. Segundo o prefeito, existe
também uma proposta do município de que os detentos trabalhem como forma de
ressocialização e recuperação plena, o que demandaria uma nova estrutura.
Projeto de presídio
regional
O juiz de execução penal
Samuel João Martins, de Iporá, também reforçou que o projeto de construção de
um novo presídio já está pronto e que a ideia é transformar Iporá em sede de
uma unidade regional, que atenderia cidades como Caiapônia, Piranhas,
Israelândia e Aragarças.
No entanto, diante da
demora do poder público estadual, uma solução alternativa foi proposta. Os
juízes Samuel João Martins (Iporá) e Marcos Boechat Lopes Filho (Israelândia)
apresentaram à Diretoria-Geral da Administração Penitenciária de Goiás um plano
emergencial: transferir todas as mulheres presas da região para a unidade
prisional de Israelândia.
Ampliação em Israelândia:
alívio parcial
Em Israelândia, o
presídio está sendo reformado com recursos do Conselho da Comunidade, e está
prevista uma ampliação de 30 vagas específicas para o público feminino. Essa
medida pode ajudar a desafogar parcialmente o sistema prisional de Iporá, mas
depende de autorização do governo estadual para a contratação de servidores e a
compra de viatura do tipo camburão, necessária para o transporte de presas e
armamentos.
Sistema em colapso
A situação em Iporá
reflete um problema estrutural que atinge várias regiões do país: presídios
superlotados, projetos travados, falta de investimentos e risco constante à
segurança da população. A sociedade civil, o Judiciário local e os gestores
municipais tentam buscar soluções, mas, sem ações concretas do governo estadual,
a crise tende a se agravar ainda mais.
O presídio de Iporá, em
sua condição atual, não suporta mais a pressão do sistema. A construção de uma
nova unidade e a reorganização regional são urgentes e inadiáveis.
Leis brandas impedem penas duras a agressores de mulheres.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018
Rodovia Montes Claros a Diorama, está saindo do papel.
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Engenheiro Daniclei |
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Quebrando rocha G0 174 |
Recordando a história
O jornalista Noildo Miguel em 2008 organizou uma coleta de assinatura pedindo o governador para cumprir a promessa:
ASSINATURA
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Nº DOCUMENTO
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segunda-feira, 20 de agosto de 2018
Juiz manda prender suspeito da morte de Vanessa Camargo e determina júri popular.
domingo, 19 de agosto de 2018
Conselho da comunidade: Cuidar dos encarcerados é prevenir crimes futuros.
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Advogado Fabricio Cunha -Presidente do Conselho da comunidade |
A Luta pela preservação da vida, Iporá se organiza
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Professor Marcelo Serqueira -Presidente |
sexta-feira, 17 de agosto de 2018
Iporá Goiás - presos na Operação Assepsia: Sai a sentença dois anos após denúncia.
A Defesa
O advogado Eduardo Talvani, ex-prefeito de Palestina foi contratado para entrar com recurso junto ao Tribunal de Justiça, e, em entrevista às rádios Rio Claro AM e Felicidade FM o advogado diz que está analisando para depois definir a linha de atuação. Entende o advogado que pode conseguir absolvição em segundo grau. A defesa focará atenção no crime de estelionato, adianta o advogado.
Criada nova Paróquia em Iporá Go, São Paulo VI que ainda será canonizado será padroeiro.
terça-feira, 8 de maio de 2018
Maria é quem nos ensina a viver e a sofrer
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Padre Reginaldo Manzote |
sexta-feira, 16 de março de 2018
Crônica – Vamos pensar um pouco?
Crônica – Vamos pensar um pouco?
Por Pedro Cláudio – De Iporá, Goiás
Somos burros de carga.
Não os de quatro patas, mas os de CPF. E o pior: burros contundidos,
machucados, vilipendiados. Vivemos puxando o carro pesado de uma sociedade que
aprendeu a fazer de nós suporte — da elite, do sistema, da fé, dos impostos, do
luxo alheio.
O cidadão comum sempre
sustentou o topo. A pirâmide social não virou de cabeça pra baixo, só ganhou
uma maquiagem. Éramos servos na Idade Média, agora somos “contribuintes”. Antes
o rei mandava cortar cabeças, hoje mandam cortar salários, direitos e esperança.
É a mesma nobreza, só que com crachá e redes sociais.
Vejamos: pagamos impostos
em tudo. No pão, no feijão, na luz, no combustível. Pagamos IPVA para ter
direito a estradas — e, como se não bastasse, ainda enfiaram o pedágio no meio.
“Pra quê?”, você me pergunta. Eu também me pergunto.
Pagamos pela energia e
ainda cobramos de nós mesmos a iluminação pública. Pra quê?
Pagamos por escolas
públicas, mas temos que sustentar colégios militares — a “solução mágica” para
a educação — pagos por você, mantidos pelo Estado. Pra quê?
E, em nome de Jesus,
ainda nos cobram 10% do que ganhamos, o tal dízimo. Dizem que é pra “manter a
obra”. Que obra? Obra de ostentação? Templos monumentais, carros de luxo,
palácios para os “ungidos”? O povo crê, oferta, sofre — e ora pela salvação dos
seus próprios opressores. Pra quê?
Estamos vivendo o replay
mal dublado da Revolução Francesa. Os chicotes mudaram de mão, mas a chibata
segue firme nas costas do povo. Até nossos juízes agora querem
“auxílio-moradia”. Pra quê? Moram em castelos? Será que o aluguel do castelo tá
caro?
A humanidade insiste em
viver esse teatro. Uns poucos no palco, a maioria na plateia — aplaudindo,
pagando o ingresso, e limpando o chão no fim. As cidades já não são mais
invadidas como antes, mas cada cidadão é uma cidade saqueada por dentro. Um
município de carne, com rua chamada “Esperança”, bairro “Dignidade”, ponte
“Oportunidade” — tudo interditado.
A carga é dos pobres.
Sempre foi. E a luta é silenciosa: cada um tentando passar o peso ao ombro do
outro. O rico vive leve, flutua. O pobre sua, mas sorri na selfie. Afinal,
somos racionais, dizem. Mas será que somos mesmo funcionais?
Talvez sejamos apenas...
resilientes. Ou resignados. Ou loucos. Ainda tentando achar lógica num sistema
onde quem carrega o mundo nas costas nunca chega ao topo.
Vamos pensar um pouco?