segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

2018 - Escritório de Advocacia é Alvo de Incêndio Criminoso em Iporá-GO


Escritório de Advocacia é Alvo de Incêndio Criminoso em Iporá-GO: Suspeitos Alegam Intimidação a Mando de Facção

Na madrugada do dia 24 de dezembro de 2021, o escritório de advocacia Costa e Nikel, localizado na Avenida Quintino Vargas, bairro Mato Grosso, em Iporá-GO, foi alvo de um atentado criminoso. Segundo registros da ocorrência policial, dois homens utilizaram material inflamável para provocar danos ao imóvel, situado ao lado da clínica de hemodiálise Neflocenter.

A ação dos criminosos foi interceptada graças à atuação rápida da Polícia Militar. Durante patrulhamento de rotina, os policiais perceberam uma motocicleta com dois ocupantes em atitude suspeita. Ao dar ordem de parada, os indivíduos desobedeceram e empreenderam fuga por diversas ruas da cidade. A perseguição terminou quando os suspeitos abandonaram o veículo em uma estrada vicinal nas proximidades do Residencial Ipê e tentaram se esconder em uma área de mata, mas foram localizados.





Um dos suspeitos foi preso e identificado como Jean. Ele era o condutor da moto. O outro envolvido, identificado como Maicon, conseguiu fugir. A motocicleta foi apreendida e levada ao pátio do Batalhão da PM por infrações aos artigos 162-I, 175 e 195 do Código de Trânsito Brasileiro. Jean foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil, onde permaneceu à disposição da Justiça.

Segundo os primeiros relatos colhidos pela polícia, a motivação do crime seria uma tentativa de intimidação contra os profissionais do escritório. Um dos suspeitos teria afirmado que o atentado foi encomendado por um indivíduo conhecido como “Nissim”, supostamente ligado à facção criminosa Comando Vermelho, com base em Aragarças (GO). Ainda segundo os relatos, o crime teria sido uma forma de quitar uma dívida com a organização criminosa, já que os envolvidos temiam represálias.

Durante as investigações preliminares, a Polícia Militar constatou que tanto Jean quanto Maicon possuem antecedentes criminais e já estiveram presos no presídio de Aragarças.

Em publicações nas redes sociais, Jean Gleifersson, o suspeito detido, afirmou que foi agredido por policiais militares e integrantes do GPT (Grupo de Patrulhamento Tático) durante a prisão. Disse ainda que passou a noite sob tortura e que optou pelo direito ao silêncio, não prestando depoimento. Segundo ele, “os policiais disseram o que queriam, não o que realmente aconteceu”.

A reportagem aguarda posicionamento oficial da Polícia Civil sobre as denúncias de agressão feitas pelo suspeito. O caso segue sob investigação e poderá ter desdobramentos nos próximos dias, incluindo a prisão do segundo envolvido e o aprofundamento das conexões com organizações criminosas.

 


2 comentários:

Jean gleifersson disse...

Queria deixar aqui que neste dia fui agridido por policiais militares e da gpt tbm passei a noite sobre tortura...sei que minha conduta foi errada mas nao julga a forma dos policiais agirem e tbm nao prestei nenhum tipo de depoimento optei pelo meu direito ao silencio eles disseram o que queria nao o que aconteceu obg

Jean gleifersson disse...

Seria muito proficional passar as duas partes do ocorrido