
quarta-feira, 12 de setembro de 2018
Colégio Militar em Iporá abre 275 novas vagas para 2019.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Julgamento de mulher que matou marido com 40 facadas continua.
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Palmestron Cabral - advogado de defesa |
terça-feira, 4 de setembro de 2018
Matou o marido a facadas e está em prisão domiciliar.
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Rosirene está em prisão domiciliar |
J-GO julgará recurso do
MP contra prisão domiciliar de mulher condenada por matar marido com 40 facadas
O Tribunal de Justiça de
Goiás (TJ-GO) vai julgar, no próximo dia 6 de setembro, às 13h, um recurso do
Ministério Público contra a decisão que concedeu prisão domiciliar a Rosirene
Rodrigues da Silva, condenada por matar o marido com 40 golpes de faca. O crime
ocorreu no Natal de 2016, em Iporá.
Após ser presa, a defesa,
conduzida pelo advogado Palmestron Cabral, solicitou a liberdade da ré. O
pedido foi atendido parcialmente pelo juiz responsável pelo caso, que
determinou a prisão domiciliar — decisão considerada inédita no município. O
Ministério Público recorreu, buscando a revogação do benefício, e agora o caso
será analisado pelo TJ-GO.
O crime
Rosirene Rodrigues da
Silva é apontada como autora do assassinato de Erasmo Silva Gonçalves, de 36
anos. O corpo foi encontrado boiando no Rio Caiapó, nas proximidades da ponte
da GO-221, entre Iporá e Palestina de Goiás, no dia 25 de dezembro de 2016.
A vítima, natural de
Iporá, era trabalhador braçal e residia no bairro Parque das Estrelas. Segundo
familiares e conhecidos, Erasmo era uma pessoa pacata, sem inimizades
conhecidas. Ele deixou dois filhos. O corpo foi recolhido pelo Instituto Médico
Legal e identificado por familiares cinco dias depois, em 30 de dezembro
daquele ano.
O julgamento do recurso
pode resultar no retorno de Rosirene ao regime fechado, caso o Tribunal acate o
pedido do Ministério Público.
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
De pacato cidadão a assassino, o que passa na cabeça do ser humano.
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Zé Vaqueiro preso em 2011 |
quinta-feira, 30 de agosto de 2018
Região Oeste de Goiás: Conflitos internos e interesses diversos na luta pela terra.
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Edson Messias presidente do Sindicato |
Esse acampamento, agora pré-assentamento Eli Euclêncio existe desde 2007 e é coordenado por uma associação legalmente constituída, segundo os envolvidos no movimento.
Um desentendimento entre o Presidente do Sindicato, Edson Messias e o seu vice Sérgio Santos complica a já difícil solução para essa questão.
Sobre a lista de contemplados: Sérgio Santos quer que sejam assentados 35 famílias, e o presidente do sindicato diz que não se pode abrir mão do que foi acordado, 48 famílias, já que cada uma terá o pagamento do governo no valor equivalente a 2 alqueires, no máximo 3 alqueires.
Edson Messias justifica sua ausência da fazenda ocupada, segundo disse, devido a agressões sofridas lá porque está contrariando interesses deles.
quarta-feira, 29 de agosto de 2018
ENEL,antiga CELG garante que vai melhorar atendimento com energia elétrica
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Moisés Lemes - ENEL Distribuição Goiás |
Pela primeira vez a empresa de distribuição de energia falou sobre os problemas enfrentados pelos consumidores nesta região. Acompanhado da jornalista Débora Silva Teixeira da diretoria de comunicação da empresa, Moisés Lemes - Responsável pela Regional de Iporá respondeu às diversas indagações e atendeu aos ouvintes.
Os investimentos tem um custo ao consumidor, o órgão regulador já foi consultado e a energia a partir de setembro poderá ser onerada em 12%
domingo, 26 de agosto de 2018
Política com precaução, é preciso inteligência
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Adailton Leite - Presidente do Sindicato Rural |
Outra opinião
WHATSAPP (064) 98137-8744
sábado, 25 de agosto de 2018
Apontado como autor da morte de Vanessa Camargo é solto novamente.
Palmestron Cabral - advogado de defesa |
A defesa alegou não haver elementos que fundamentassem a recondução do réu à prisão, alegando que o acusado é réu primário, possui endereço fixo, respondeu o processo em liberdade e cumpriu rigorosamente as medidas cautelares, e que assim não representa ameaça a ordem pública, à instrução criminal ou a aplicação da lei penal.
Diz o desembargador em sua decisão: Nesse momento de cognição primária vejo que o ato construtivo está calçado apenas da periculosidade, pois durante a instrução tentou alterar a realidade fatídica, “fantasiando e formatando a cena do crime com intenção de convencer os órgãos do estado”, visando alcançar a impunidade pelo crime que muito provavelmente cometera.
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
2018 Superlotação e risco à segurança: situação do presídio de Iporá exige solução urgente
Superlotação e risco à
segurança: situação do presídio de Iporá exige solução urgente
Por Pedro Cláudio – Jornalista e radialista
A situação do sistema
prisional em Iporá, Goiás, é alarmante e foi colocada em evidência durante o
evento Justiça Pela Paz em Casa, realizado de 20 a 24 de agosto. Em uma
mesa-redonda com a participação de advogados, juízes, promotores, policiais,
estudantes de direito e psicologia, além de lideranças comunitárias, ficou
claro que o presídio local está à beira de um colapso.
Segundo dados
apresentados no evento, o presídio de Iporá, em 23 de agosto, abrigava 138
presos, número bem acima de sua capacidade. E a situação pode piorar: há 95
mandados de prisão em fase final de tramitação ainda em 2018, e a expectativa é
de que, em 2019, mais 100 pessoas sejam presas na região.
“Uma bomba-relógio no
centro da cidade”
A gravidade foi
reconhecida publicamente pelo prefeito Naçoitan Leite, que classificou o
presídio como "uma bomba-relógio pronta a explodir a qualquer
momento". O gestor ressaltou que, além da superlotação, a localização do
presídio no centro da cidade representa risco à população.
A prefeitura já disponibilizou
um terreno para a construção de uma nova unidade prisional, mas reforça que a
responsabilidade pela obra é do governo estadual. Segundo o prefeito, existe
também uma proposta do município de que os detentos trabalhem como forma de
ressocialização e recuperação plena, o que demandaria uma nova estrutura.
Projeto de presídio
regional
O juiz de execução penal
Samuel João Martins, de Iporá, também reforçou que o projeto de construção de
um novo presídio já está pronto e que a ideia é transformar Iporá em sede de
uma unidade regional, que atenderia cidades como Caiapônia, Piranhas,
Israelândia e Aragarças.
No entanto, diante da
demora do poder público estadual, uma solução alternativa foi proposta. Os
juízes Samuel João Martins (Iporá) e Marcos Boechat Lopes Filho (Israelândia)
apresentaram à Diretoria-Geral da Administração Penitenciária de Goiás um plano
emergencial: transferir todas as mulheres presas da região para a unidade
prisional de Israelândia.
Ampliação em Israelândia:
alívio parcial
Em Israelândia, o
presídio está sendo reformado com recursos do Conselho da Comunidade, e está
prevista uma ampliação de 30 vagas específicas para o público feminino. Essa
medida pode ajudar a desafogar parcialmente o sistema prisional de Iporá, mas
depende de autorização do governo estadual para a contratação de servidores e a
compra de viatura do tipo camburão, necessária para o transporte de presas e
armamentos.
Sistema em colapso
A situação em Iporá
reflete um problema estrutural que atinge várias regiões do país: presídios
superlotados, projetos travados, falta de investimentos e risco constante à
segurança da população. A sociedade civil, o Judiciário local e os gestores
municipais tentam buscar soluções, mas, sem ações concretas do governo estadual,
a crise tende a se agravar ainda mais.
O presídio de Iporá, em
sua condição atual, não suporta mais a pressão do sistema. A construção de uma
nova unidade e a reorganização regional são urgentes e inadiáveis.
Leis brandas impedem penas duras a agressores de mulheres.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018
Rodovia Montes Claros a Diorama, está saindo do papel.
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Engenheiro Daniclei |
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Quebrando rocha G0 174 |
Recordando a história
O jornalista Noildo Miguel em 2008 organizou uma coleta de assinatura pedindo o governador para cumprir a promessa:
ASSINATURA
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Nº DOCUMENTO
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segunda-feira, 20 de agosto de 2018
Juiz manda prender suspeito da morte de Vanessa Camargo e determina júri popular.
domingo, 19 de agosto de 2018
Conselho da comunidade: Cuidar dos encarcerados é prevenir crimes futuros.
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Advogado Fabricio Cunha -Presidente do Conselho da comunidade |
A Luta pela preservação da vida, Iporá se organiza
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Professor Marcelo Serqueira -Presidente |
sexta-feira, 17 de agosto de 2018
Iporá Goiás - presos na Operação Assepsia: Sai a sentença dois anos após denúncia.
A Defesa
O advogado Eduardo Talvani, ex-prefeito de Palestina foi contratado para entrar com recurso junto ao Tribunal de Justiça, e, em entrevista às rádios Rio Claro AM e Felicidade FM o advogado diz que está analisando para depois definir a linha de atuação. Entende o advogado que pode conseguir absolvição em segundo grau. A defesa focará atenção no crime de estelionato, adianta o advogado.
Criada nova Paróquia em Iporá Go, São Paulo VI que ainda será canonizado será padroeiro.
terça-feira, 8 de maio de 2018
Maria é quem nos ensina a viver e a sofrer
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Padre Reginaldo Manzote |