quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Destempero que pode levar a ruína


E agora Jair?


Jair Messias Bolsonaro, presidente da república é um peixe que é fisgado o tempo todo, ele é vítima de suas próprias atitudes desastradas, é típico de quem, não tem a devida compreensão dos fatos e/ou não se deixa assessorar.

Cito o último caso Mariele Franco e a notícia da Globo no jornal Nacional do dia 29/10/2019. A reação é típica de alguém que não tem autocontrole, e mesmo não tendo culpa no fato, caso que deverá ser amplamente apurado em investigação policial, deixa ficar a dúvida, não por meio do material noticiado, mas devido a reação  do senhor presidente. Sem fazer a defesa da Globo, nem precisa disso, cito, que ela se ateve aos fatos, noticiou e se fez público com responsabilidade os fatos, inclusive tomou-se o cuidado de verificar um possível álibi do presidente citado. Não há nada demais, apenas o destempero de quem não se resolve na vida privada, não sabe lidar com as consequências de ser o mandatário do país, e acaba por promover uma vergonhosa reação.

Na minha visão, reação intempestiva só serve para mostrar a fragilidade da pessoa que quer passar uma imagem de homem forte e inatingível. Foi fisgado, e quanto mais se debate, mais se torna fraco,  pode ser tirado do leito d’água a qualquer momento, se for bagre africano vai respirar até encontrar a próxima poça, se for um lambari vai agonizar e morrer.

Para o bem do Brasil que o elegeu penso que seria importante o presidente recompor as forças, mudar comportamento, não nadar contra a correnteza, ser sutil nas declarações, e não confundir forças contrárias como inimigas, mas que nos apresentam dúvidas a serem esclarecidas. Agora, se tem culpa no cartório, aí sim, tem-se motivo para tal intempestividade.  

Opinião Pedro Claudio - Licenciado em História UEG, 32 anos de radiojornalismo comunitário. Escrito em 30/10/2019

sábado, 14 de setembro de 2019

Brasil em chamas: entre a crise ambiental e o colapso moral


Brasil em chamas: entre a crise ambiental e o colapso moral

Por Pedro Claudio Rosa – Licenciado em História, Jornalista, Radialista e Diácono Permanente na Igreja Católica Apostólica Romana

Vivemos tempos difíceis em todo o Brasil. Não bastasse a instabilidade política, a polarização ideológica, as reformas controversas — trabalhista, previdenciária —, e os escândalos que abalaram as instituições, como a Lava Jato e a Vaza Jato, o país ainda enfrenta um cenário alarmante de devastação ambiental. É fogo por todos os lados. Os meses de julho, agosto e setembro de 2019, no pleno século XXI, registraram uma onda de incêndios que consumiram grandes áreas do Cerrado, da Mata Atlântica e da Amazônia. A fauna e a flora sofrem; os rios secam. O país arde em chamas — literal e simbolicamente.

Em meio ao caos, até a rádio, meio de comunicação considerado por muitos obsoleto, transmite o clamor desesperado de líderes indígenas pela proteção dos Caiapós e de outras comunidades ameaçadas. A situação remete àqueles tempos antigos em que, na ausência de explicações científicas, buscava-se sentido nos desígnios divinos. Se estivéssemos na Idade Média, talvez tudo isso fosse visto como um castigo de Deus pelos pecados da humanidade.

Mas hoje, os estudiosos apontam causas bem mais concretas: o tempo seco, a ganância desmedida, o avanço descontrolado do agronegócio e o uso político do fogo, inclusive como instrumento de pressão e desestabilização. Fato é que o ser humano — esse ser racional — parece ter abdicado da razão. Vivemos um tempo em que a ignorância veste capa de convicção, e o individualismo se sobrepõe ao bem comum.

Recordo com saudade dos tempos da minha infância, nas décadas de 70 e 80, quando a fé popular era forte nesta região. Via minha mãe, Luzia Joaquina Rosa, rezar ao pé do cruzeiro, com flores e água, pedindo chuva. E a chuva vinha. Hoje, parece que perdemos até a fé. Acumulamos diplomas, debatemos teologia, discutimos política, mas esquecemos de amar, de cuidar, de viver com compaixão.

A polarização nos fragmenta. Ser de direita ou de esquerda virou rótulo de guerra. Uns defendem o crescimento econômico e a propriedade privada, outros os direitos humanos e a igualdade social. Mas ninguém parece disposto a enxergar que estamos todos no mesmo barco — e que ele está fazendo água. Em vez de unirmos esforços para salvar o que resta, preferimos discutir quem tem razão, enquanto afundamos.

Falta-nos inteligência emocional e espiritual para compreender a gravidade da situação. Falta-nos humildade para reconhecer erros e coragem para mudar. Falta-nos fé — não apenas religiosa, mas fé no ser humano, no coletivo, na esperança.

Talvez seja hora de rezar mais. A oração pode não mudar o clima de imediato, mas pode mudar corações. E corações transformados são capazes de atitudes novas. Oremos, sim — mas também plantemos, cuidemos, eduquemos, escutemos.

Porque, do jeito que vamos, só nos restará o vazio de uma terra arrasada e o eco de nossas próprias escolhas. E que Deus tenha piedade de nós.

 


segunda-feira, 9 de setembro de 2019

É preciso proteger melhor o meio ambiente


Um grito ecoa no deserto! 
Bandeira de Iporá

Agropecuarista na região de Jaupaci, médico Elias Araújo Rocha vê com preocupação as queimadas em nossa região, informa nas redes sociais, em publicação 09 de setembro de 2019, que houve um grande incêndio na região do rio Poções atingindo 11 fazendas. Houve a ação de bombeiros de Iporá e Jataí para controlar a situação e evitar mais prejuízos a agropecuária e ao meio ambiente.

Nesses incêndios dizimam-se animais silvestres, espécies diversas da nossa flora e também prejudica as pastagens.  Uma tristeza sem fim bem próximo de nós, mas as vezes, nossa atenção fica voltada para o que é notícia na grande mídia, esquecemos o que ocorre a nosso redor. É claro que vivemos na aldeia e no global, o que afeta diretamente uma localidade traz reflexos a todo o planeta, mas não enxergar um palmo a frente de nosso nariz é muito ruim.

O médico reclama da falta de atenção da imprensa regional para esses incêndios, e com razão, é preciso noticiar, debater com mais intensidade nosso cotidiano na região Oeste de Goiás. O rádio, os sites de notícias as vezes até que fazem isso, mas muito aquém do que deveria ser feito.  
É preciso cuidar melhor de nossa casa comum, evitar queimadas, produzir a menor quantidade de lixo, dar destino correto aos nossos resíduos sólidos, tratar o esgoto sanitário, parar de contaminar o lençol freático e diminuir a sua exploração desenfreada com a perfuração de poços artesianos. Reciclar, reinventar o nosso viver para uma vida melhor a todos.

Morte na G0 060, no período de emergência decretado pelo Governo.


A irresponsabilidade governamental aliada a imprudência e imperícia no transito provoca mortes em todo o país, e também em nossa região Oeste de Goiás. Muito cuidado ao conduzir um veículo.

Faleceu na sexta- feira dia 06/09/2019  na rodovia Go 060, Israelândia,  desvio da ponte do exército Gersicley de Souza 29 anos, condutor de um caminhão, o acidente ocorreu por volta das 10 horas da manhã.

Chegando ao local os bombeiros militares comandados pelo  St Aliciomar por volta das 11:30h, depararam com a cena resultante de uma colisão frontal entre um caminhão e um Honda city, no desvio da ponte da Go 060. Vanessa Cristina Ressa souza 35 anos, estava no veículo Honda city, foi transportada a UPA ( Unidade de pronto atendimento) de Iporá com dores na coluna.

Esse problema na G0 060 iniciou-se com o rompimento de um bueiro no final de semana dia 09 março de 2019. A rodovia de grande movimento e de muita importância para a região, já que liga Goiás a Mato Grosso foi desviada por trechos alternativos sem asfalto. 

O Governador Ronaldo Caiado (DEM) fez visita in-loco, decretou no dia 14 de maço de 2019 estado de emergência aos municípios : Amorinópolis, Arenópolis, Baliza, Bom Jardim de Goiás, Caiapônia, Diorama, Doverlândia, Iporá, Israelândia, Jaupaci, Palestina de Goiás e Piranhas.
E determinou agilidade para resolver a situação à Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) que deveria adotar medidas urgentes para reparação dos trechos prejudicados.
Vencendo o decreto, hoje dia 09 de setembro, a situação permanece a mesma, bem mesmo a ponte de ferro construída pelo exército funciona, temos problemas com sinalização adequada no trajeto do desvio. 

A situação é essa, degradante, e o governo a passos de tartaruga para resolver o problema que parece pequeno diante da dimensão do estado. 

O que causa estranheza é o silencio do governo para essa situação, não se fala em como será a recuperação, reconstrução da ponte, obra iniciada e parada. O decreto de emergência serviu pra quê?

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Mundo atual, eu tenho a força



Crônica: A minha força pode expor minha fraqueza
Por Pedro Cláudio

Vivemos tempos em que o grito é confundido com razão, e a força — muitas vezes disfarçada de opinião — nada mais é que a máscara de uma fragilidade mal resolvida. Há em nós, humanos, uma mania antiga e persistente: querer conduzir o enredo, ditar o rumo, escrever o último capítulo da história como se fôssemos os únicos autores da verdade.

Isso sempre existiu, mas neste início de século XXI, tornou-se um espetáculo diário. Nas redes sociais, qualquer um se transforma em especialista. Não importa o tema: ciência, política, religião ou até meteorologia. O saber cede espaço à convicção. Não se consulta a fonte, ignora-se o contexto, e o pretexto é sempre o mesmo — eu tenho o direito de opinar.

Sim, todos temos esse direito. Mas o que poucos lembram é que junto dele vem o dever da responsabilidade. Quando a minha força de opinar se torna uma imposição, quando transformo minha voz em sentença e meu palanque em tribunal, corro o risco de revelar, sem perceber, a minha maior fraqueza: o medo de estar errado.

E aí está o problema. Passo a desqualificar tudo que me contraria. Se a notícia me incomoda, o problema não sou eu — é o jornal, é a imprensa, é o jornalista. De um segundo para o outro, passo a rotular: esquerdista, direitista, comunista, golpista, vendido. O adjetivo que escolho depende, é claro, da minha própria posição diante dos fatos.

Em vez de mudar de canal, desligar a TV, rolar a tela para cima ou buscar uma nova fonte, faço questão de consumir o conteúdo só para atacá-lo. Parece contraditório, e é. Mas também é humano. E perigoso.

Mais perigoso ainda é quando essa opinião rasa ganha microfone, púlpito, tribuna. Quando uma liderança, escolhida para representar um grupo, ignora o coletivo e impõe a sua visão como se fosse única. Essa força performática, teatral, gritante — que se pretende firmeza — pode colocar em risco todo um conjunto que não foi consultado, mas que será julgado pela fala de um só.

A humanidade, que já assistiu “bestializada” a muitos absurdos, como bem descreveu Aristides Lobo em 1889, agora assiste atônita às novas formas de manipulação. Lutamos ao lado de quem prega a intolerância, idolatramos discursos que ignoram os pobres, inferiorizam os negros, vilanizam os indígenas. E tudo isso em nome de um progresso que não hesita em arrancar árvores, contaminar rios, sufocar florestas.

Talvez um dia sejamos capazes de entender que a verdadeira força está em saber ouvir. Que o verdadeiro poder está em recuar, reconhecer limites, permitir o contraponto. E que a maturidade não se mede em decibéis, mas na sabedoria de saber quando calar é o maior gesto de respeito.

Porque, no fim das contas, a minha força — quando usada para calar o outro — não passa de um reflexo do que mais me apavora: o vazio que grita dentro de mim.

 


sábado, 31 de agosto de 2019

Prefeita de Doverlandia Go internada no HUGOL em Goiânia após cair de mula.


Acidente com Prefeita de Doverlândia, ela continua internada em Goiânia.


A rede diocesana de rádio acompanhou o socorro à prefeita de Doverlândia, Zildinha, vítima de um acidente durante a cavalgada no evento Queima do Alho que ocorria na cidade neste sábado 31/08/2019. Zilda Rezende Araújo Machado, 49 anos (MDB), ficou gravemente ferida após cair de uma mula por volta das 11h deste sábado (31).  Após ser socorrida em Doverlândia, receber os primeiros socorros, ela foi encaminhada para Iporá, de onde seguiu no helicóptero do Corpo de Bombeiros para Goiânia.

O deputado estadual Paulo Cezar Martins (MDB) participava do evento, testemunhou o acidente e acompanhou todo o socorro, ao repórter Valcely Alves, o parlamentar Goiano disse que a mula montada pela prefeita Zildinha se assustou com fogos de artifícios, realizou movimentos bruscos e provocou a queda da prefeita que bateu com a cabeça no asfalto e sofreu ferimentos.

Enfermeira Aparecida da equipe do SAMU disse que encontrou a prefeita sangrando muito pela cabeça e desmaiada, médico Ruan Gabriel acompanhou a prefeita, disse que ela sofreu um traumatismo crânio encefálico e que foi removida em coma para o hugol em Goiânia para atendimento especializado com necessidade de passar por drenagem de um hematoma e outros procedimentos.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Polícia Civil de Goiás se prepara para o combate a corrupção.




Polícia Civil de Goiás está em uma semana de capacitação em Goiânia, o treinamento ocorre na escola superior da Polícia Civil com a participação de 50 trabalhadores e visa preparar os agentes e delegados no trabalho de combate a corrupção. Delegados de Polícia de três gerações estão passando a experiência de atividades e inserindo novos conteúdos. O tema desse estudo é corrupção sistêmica e delinquência institucionalizada, o encontro encerra-se sexta-feira com uma palestra do Secretário Nacional de Segurança Pública, Guilherme Teófilo.
Essa formação faz parte de uma estratégia do Ministério da Justiça e Segurança Pública comandado pelo ex-juiz Sérgio Moro. Este é o quarto encontro do programa de fortalecimento da policia judiciária  Governo Federal que quer capacitar a polícia Judiciária de todo o país para a resolução de crimes de diversas natureza. Diretor Geral da Polícia Civil em Goiás, delegado Odair José Soares relata em entrevista que houve por diversos governos um abandono da polícia civil, segundo disse, ela está sucateada, tanto em orçamento quanto em pessoal e o resultado disso é um trabalho investigativo insuficiente. O diretor Geral da Polícia Civil de Goiás defende o melhor aparelhamento tático e técnico da polícia judiciária e cita a operação lavajato como exemplo de que, quando há investimentos os resultados aparecem. O excelente trabalho do ministério público federal, da polícia federal e do poder judiciário só foi possível devido aos recursos disponibilizados, e pela primeira vez, revela o delegado Geral, a Secretaria Nacional de Segurança Pública trás essa formação a Goiás pela primeira vez.

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Produção academica em Iporá, preocupação com meio ambiente.




O Curso de Pós Graduação em Gestão de Recursos Hídricos continua neste mês de agosto a realizar defesas de artigos como etapa final da formação. O curso oferecido gratuitamente pela Universidade Estadual de Goiás – Câmpus de Iporá é fruto de uma parceria dos Professores dos Cursos de Geografia e Ciências Biológicas.
Como já noticiado o curso é uma resposta prática da Universidade para os problemas de gestão de recursos hídricos e crise do abastecimento em Iporá e Região.
Nos últimos dias foram defendidos os seguintes trabalhos de conclusão:
O Saneamento Básico e a Saúde Pública: uma breve revisão sobre a gestão e a importância dos recursos hídricos da Aluna Érika Cristina Soares Valadão – orientação da Profa. Flávia Damacena Sousa Silva;
Métodos de Recuperação das Áreas Degradadas na microbacia do Córrego das Galinhas – Caiapônia/GO da aluna Raysa Moraes Castro – orientação da Profa. Viviane de Leão Duarte Specian;
Sanções Provenientes da Responsabilidade Administrativa Ambiental em Matéria de Recursos Hídricos no Município de Iporá – GO do aluno Thaynã Dias Ferreira Avelar, orientação do Prof. Antônio dos Anjos.
O artigo da Aluna Érika traz uma revisão na literatura sobre a importância do saneamento básico para a saúde humana, bem como dos recursos hídricos. Foi realizado um levantamento de investimentos, conquistas e avanços referentes ao saneamento básico e saúde pública no Brasil de Meados do século XIX / início do século XX até os anos 2000. Nota-se que nos últimos anos, a despeito do aumento populacional, os investimentos têm diminuído, o que acarreta poluição dos mananciais que continuam recebendo dejetos e agravamento de problemas de saúde por doenças causadas por parasitas e produtos tóxicos na água. Também foi enfoque do trabalho ressaltar as responsabilidades a nível federal, estadual e municipal em relação a gestão do saneamento básico, conforme a Lei 11445/2007;
O artigo da aluna Raysa já é uma importante fonte de pesquisa para os gestores de Caiapônia e do Oeste Goiano em Geral. O trabalho foi realizado no manancial que abastece a cidade de Caiapônia. Recuperar áreas degradadas é um trabalho de longo prazo que deve realizado por equipe multidisciplinar; 
O artigo do aluno Thayná  aborda o histórico da legislação que trata do recursos hídricos desde a promulgação da Constituição Federal em 1988 e o avanço que Iporá poderá alcançar com a Lei Municipal nº 1.725 de 19 de fevereiro de 2019 que Institui o Código de Meio Ambiente do Município de Iporá. Os resultados práticos começam aparecer através da atuação da Secretaria de Meio Ambiente de Desenvolvimento Sustentável. Nas discussões sobre o trabalho a banca de avaliação argumentou que Iporá precisa investir na pasta de Meio Ambiente para garantir o desenvolvimento do Município, os Professores lembraram da necessidade urgente de realização de Concurso Público para a formação de um quadro efetivo (multidisciplinar) para atuar na SEMADES.
Nos próximos dias novas defesas serão realizadas.
Texto organizado por Valdir Specian

Crianças orientadas para evitar incêndios



É preciso cuidar do futuro, formar consciência ambiental, com esse objetivo o Corpo de Bombeiros Militar percorre a região Oeste de Goiás em palestras nas unidades escolares.

No último dia 22/08/2019 o cabo Clésio foi a Palestina de Goiás na Escola Municipal Maria Isabel, e ministrou uma sob o tema Palestra "Prevenção e Combate a Incêndio Florestal"  como parte da Operação Cerrado Vivo 2019 desencadeada em Goiás. Durante toda uma tarde os alunos receberam informações sobre a importância de presevar e cuidar da fauna e flora.

O militar procurou despertar nas crianças um despertar para o conhecimento e a importância de preservar o meio ambiente, evitando assim incêndios em vegetação.


quinta-feira, 22 de agosto de 2019

GO 174 , Diorama a Montes Claros de Goiás, uma novela sem fim. Começa mais um capitulo



Valéria e depu. Karlos - Foto Assessoria 
Nova tentativa para concluir o asfalto da G0 174 trecho entre Diorama e Montes Claros, nossa reportagem em Iporá, devido a importância dessa rodovia, acompanha os anúncios e início da obra há certa de 30 anos. Foram muitas viagens a Montes Claros, a obra já foi anunciada por Iris Rezende, por Maguito Vilela, por Marconi Perillo, por Alcides Rodrigues. Até os representantes de governos Antônio de Jesus Dias e  Naftali Alves de Sousa já anunciaram a obra. Pra se ter uma ideia de quanto isso é antigo. Então Governador Alcides Rodrigues, disse certa vez “ agora não é balela, não é conversa fiada, a obra será concluída”, Marconi Perilo “ parece que tem uma cabeça de burro enterrada ali, mas nós vamos desenterrar” E nada, a balela continua, a cabeça de burro não foi retirada do solo.
Foto; assessoria
No final da gestão de Marconi e início do atual governo uma empreiteira até que deu novo impulso, mas ficou faltando 08 quilômetros para o término. E agora?
O deputado estadual Karlos Cabral (PDT) e a prefeita de Diorama Valéria Ferreira foram até ao Governador Ronaldo Caiado (DEM) no dia 26/07/2019 e tiveram a informação que a obra está entre as prioridades, também visitaram na quarta-feira, 21/08/2019, o presidente da Goinfra, Ênio Caiado e reforçaram a reivindicação.

Enio Caiado, conforme a assessoria de imprensa do deputado Karlos Cabral, informou que aguarda liberação de recursos do BNDES para reiniciar a obra.
Nós da rede Diocesana de Rádio vamos continuar acompanhando, como o fazemos desde 1989.

2019 Mineração é um cavalo de Tróia para as cidades.



Jarbas Vieira - MAM

Rede Diocesana alerta: mineração pode representar riscos para comunidades locais

Por Pedro Claudio

A Rede Diocesana de Rádio, atenta aos fatos que impactam a vida da população, reforça seu papel de conscientização e reflexão crítica sobre temas que muitas vezes chegam à sociedade de forma distorcida ou superficial. Um desses temas, que ganha destaque, é a mineração — atividade cercada de promessas de progresso, mas que pode esconder graves consequências sociais e ambientais.

O que para muitos municípios parece um atalho para o desenvolvimento econômico, pode se revelar um verdadeiro “fogo de palha”: brilha intensamente no início, mas logo se apaga, deixando apenas cinzas e prejuízos. Essa é a avaliação de Jarbas Vieira, representante do Movimento Pela Soberania Popular na Mineração (MAM), organização que atua desde 2002 junto às comunidades afetadas por empreendimentos minerários no Brasil.

O caso de Iporá: alívio disfarçado

Em meados dos anos 2000, a cidade de Iporá, no Oeste de Goiás, chegou a vislumbrar a instalação de um projeto de exploração de níquel, o que trouxe expectativas de geração de empregos e aquecimento econômico. No entanto, com a crise financeira global de 2008, o projeto foi interrompido — e hoje, para especialistas, como o professor Valdir Specian, geógrafo da UEG de Iporá, essa “frustração” pode ter sido uma sorte disfarçada.

Segundo o professor, o município escapou de uma série de impactos que costumam acompanhar esse tipo de atividade, e que são observados em dezenas de outras cidades do país.

Efeitos colaterais da mineração

Jarbas Vieira explica que a chegada de grandes projetos minerários altera profundamente a rotina e a estrutura social dos municípios. “Quando uma mina se instala, vem uma leva de trabalhadores de várias regiões do país. Isso gera aumento da prostituição, do consumo de drogas, da violência, da exploração sexual — inclusive de menores — além de outras formas de degradação social”, afirma.

Para ele, o retorno financeiro para as cidades é ínfimo frente aos prejuízos. “As comunidades arcam com as consequências ambientais, como a contaminação das águas e o desmatamento, e também perdem sua identidade e modo de vida. Tudo isso para atender a interesses econômicos externos, que nada deixam de legado positivo”.

Panorama nacional: impacto em 3.500 municípios

Hoje, mais de 2.000 municípios brasileiros recebem a Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), conhecida como o "royalties da mineração". Além disso, o MAM estima que outros 1.500 municípios enfrentam a mineração de forma irregular ou ilegal. Somados, são cerca de 3.500 cidades onde o extrativismo mineral está presente.

O Brasil concentra 92% da sua mineração legalizada em apenas três estados: Minas Gerais, Goiás e Pará, com 62 municípios abrigando as maiores operações minerárias. Apesar da magnitude econômica, o impacto real sobre as comunidades locais é motivo de grande preocupação.



Consciência e resistência

Organizado em 13 estados brasileiros, o MAM atua com ações concretas para ampliar o debate sobre os direitos das populações locais e os limites da mineração predatória. A proposta do movimento é que a atividade mineral seja repensada com base na soberania popular, respeitando os limites ambientais e sociais de cada território.

A Rede Diocesana de Rádio reforça: informar é essencial. Só com conhecimento e participação social será possível construir uma sociedade que não troque sua saúde, sua água e sua dignidade por promessas passageiras de crescimento.

 

 


quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Família : Superar o individualismo, a violência por meio da vivencia em comunidade.


A semana está muito movimentada em Iporá Goiás, diocese São Luís de Montes Belos em função da semana nacional da família. E a família como vai? Com essa indagação, e iluminados pelos textos bíblicos previstos na liturgia, os fiéis estão a cada dia participando de reflexões sobre o papel de cada um no ambiente familiar e sobre os desafios a serem enfrentados.

Padre Pablo, pároco da Paróquia São Paulo VI afirma que o convite foi feito, e que todos estão, nesta semana em oração pelas famílias, e, que entre as atividades uma palestra com Lucérgio da Comunidade Luz da Vida Goiânia, ele irá falar nesta quinta-feira 15 de agosto com o tema: Vida Familiar, caminho para a santidade, ainda missa na Comunidade Imaculada Conceição, presidida por Padre Melquíades, pregação com o casal, professora Joelma e empresário Adetives, terço do amor com os professores Alírio Aparecido e Divina e encerramento domingo dia 18.


Na Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora também tem uma programação extensa, a participação de padres, diáconos e leigos. Na abertura da semana missa presidida por Padre José Roberto da Paróquia Santa Cruz, São Luís de Montes Belos, disse o religioso ver a necessidade de um olhar especial às famílias frente aos desafios de nosso tempo: individualismo crescente, a violência, a divisão das famílias, a infidelidade dos casais, entre outras dificuldades. Para o enfrentamento a tudo isso, disse, devemos buscar a força em Deus, a vivência da fé em família por meio da oração e da escuta da Palavra de Deus. É preciso que a família viva a fé e que se comprometa de forma ativa com a comunidade/igreja, que se alimente também da Eucaristia, assim essa família se transformará em um canteiro de vocações para a vida matrimonial, para a vida sacerdotal e religiosa. Também consta da programação por aqui uma partilha da empresária Marlene Assunção, do Padre Jackson Maioli de Goiânia e encerramento com missa presidida por nosso dom Carmelo Scampa, bispo da diocese  dia 18 de agosto.

domingo, 4 de agosto de 2019

Diáconos realizam 20º encontro em Itumbiara



Diáconos de toda a região Centro-Oeste realizaram neste final de semana, de 02 a 04 de agosto, no centro de Pastoral de Itumbiara Goiás, o 20º encontro e 1º encontro regional de esposas dos diáconos. O evento contou com a assessoria do bispo auxiliar de Goiânia, Dom Levi Bonatto e com a participação de dom Fernando Brochini, bispo de Itumbiara.

Diácono Joaquim, Rosilei e Renato.
Sob o tema : Diaconato, Família e Ministério e lema: Portanto, vão e façam com que todos os povos se tornam meus discípulos,  Eis que Eu estou com vocês todos os dias até o fim do mundo (Mt 28, 19-20) , os participantes tiveram a oportunidade se um momento de partilha e reflexão sobre a caminhada. Também ocorreu nesses dias o  1º Encontro Regional de esposas de diáconos e o Padre Joaquim Cavalcante trabalhou: O poder de ser esposa auxiliadora na missão diaconal e Karla Pedro trabalhou Graça Santificante pela vida de Oração.

A próxima Assembleia Diaconal ocorrerá de 31 de julho a 02 de agosto de 2020 e poderá ser nas  Dioceses  de Goiás, de Formosa  ou de  Ipameri.

A diocese São Luís de Montes Belos foi representada pelos diáconos Joaquim Gouvea de Montes Claros, Rosilei de São Luis e Renato de Nazário.

Religiosos passionistas reunidos em retiro e assembleia em Aparecida- SP


Entre os dias 29 de julho a 02 de agosto, os missionários passionistas da Província Exaltação da Cruz, espalhados pelos estados  Bahia, Minas Gerais, Espirito Santo, Goiás e Acre, grupo do qual fazem parte os que estão aqui na diocese de São Luís de Montes Belos, se reuniram em Aparecida – SP. Foi um retiro espiritual e a 5ª assembleia geral dos religiosos onde avaliaram a caminhada e projetaram futuro.
O retiro teve como pregador o religioso redentorista Padre Carlos Arthur que aprofundou estudo dos documentos escritos por Papa Francisco sobre Evangelização, com especial atenção ao documento que fez para os jovens no sínodo da Juventude. 
Houve uma peregrinação pelo santuário nacional de  Aparecida,  quando conheceram os traços da arquitetura, parte por parte.  Padre Alex Favarato reitor do Santuário São Paulo da Cruz de Belo Horizonte em contato com a rede diocesana de rádio disse que um momento forte do encontro foi quando entraram na Capela dos Apóstolos e tiveram a oportunidade de contemplar a imagem de Nossa Senhora Aparecida que foi pescada  no rio Paraíba há mais de 300 anos. Com a imagem diante dos olhos, conta o Padre, a emoção foi grande, sentiram em Maria, a presença de Deus, motivando-os a continuar a missão.
Decisões tomadas na Assembleia: Os passionistas vão assumir uma área missionária no nordeste diocese de Guarabira, assumirão o Santuário Padre Ibiapina município de Solânea – PB.


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quarta-feira, 27 de março de 2019

É preciso refletir


Bolsonaro recomenda comemorações do golpe de 1964 e recebe críticas de entidades e setores da sociedade

Por Pedro Claudio

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) recomendou que as Forças Armadas realizem atos para marcar o dia 31 de março, data que simboliza o golpe militar de 1964, que instaurou no Brasil uma ditadura de 21 anos. A orientação, transmitida pelo porta-voz do Palácio do Planalto, gerou forte reação de defensores de direitos humanos e de entidades da sociedade civil, que consideram a medida um estímulo à intolerância e à negação das violações cometidas no período.

Para Bolsonaro, a tomada de poder pelos militares não configura um golpe. “O presidente não vê golpe militar nessa ação de 1964”, afirmou o porta-voz. A posição contraria a interpretação oficial de órgãos de memória, universidades e documentos históricos, que registram o período como marcado por censura, perseguição política, tortura e mortes.

Entre as vozes críticas está a Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais (Anadef), que divulgou nota pública repudiando a decisão. Segundo a entidade, a comemoração “estimula o ódio e a tortura” e “ignora a dor de dezenas de brasileiros” perseguidos, presos ou mortos durante a ditadura.

“Celebrar a data é retroceder aos direitos conquistados sob a morte daqueles que lutaram por um país livre, entre eles índios, sindicalistas, líderes rurais e religiosos, desaparecidos e assassinados durante o período”, afirma o texto da Anadef.

A associação destaca que respeita o papel institucional das Forças Armadas, mas ressalta que, em 1964, sua atuação foi “deturpada e corrompida” ao instaurar um regime que violou o Estado Democrático de Direito.

Bolsonaro, capitão reformado do Exército, já havia manifestado publicamente simpatia por figuras e ações do regime militar. Para críticos, essa postura indica uma tentativa de estender suas convicções pessoais à condução do governo, desconsiderando a pluralidade cultural, política e religiosa do país.

O golpe e suas consequências
O golpe de 31 de março de 1964 depôs o presidente João Goulart e deu início a um governo militar que durou até 1985. Documentos da Comissão Nacional da Verdade apontam que, nesse período, houve perseguição sistemática a opositores políticos, com prática de tortura, assassinatos e desaparecimentos forçados.

Embora ainda haja divergências sobre o contexto geopolítico da época — marcado pela Guerra Fria e pelo temor de expansão do comunismo —, historiadores e organismos internacionais convergem em considerar que o regime feriu gravemente direitos fundamentais.

Para setores que se opõem à recomendação do governo, a comemoração oficial do golpe representa não apenas uma reinterpretação da história, mas também um risco de enfraquecimento das conquistas democráticas obtidas após a redemocratização.

 


terça-feira, 26 de março de 2019

Iporá Goiás - Militar destaque em curso da Rotan é do interior






Militar de Iporá é destaque em curso de formação da ROTAM

O soldado Hugo Fernandes Sousa, natural de Iporá, conquistou o primeiro lugar em desempenho no 18º Curso Operacional de ROTAM (COR), treinamento voltado para a preparação de policiais na atuação em Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas. O feito foi celebrado pela corporação e pelo Subcomandante do 12º BPM, major Messias, que destacou: “Quem ganha é a sociedade”.

O curso, com duração de três meses e sete dias, iniciou em 17 de fevereiro e foi concluído no dia 22 de março, totalizando 620 horas/aula divididas entre atividades teóricas e estágio operacional.

A capacitação reuniu policiais militares de Goiás e de outros estados, como Mato Grosso, Tocantins, Pará, Paraíba, Amapá, Santa Catarina e Distrito Federal. A alta exigência ficou evidente na taxa de conclusão: dos 118 policiais que iniciaram o treinamento, apenas 69 chegaram ao fim.

A solenidade de formatura contou com a presença do governador Ronaldo Caiado e do vice-governador.


 

O serviço realizado pelo BPMROTAM/GPT é considerado essencial como segunda malha protetora das tropas de área, selecionando os policiais mais preparados para operações de alta complexidade. A ROTAM é uma tropa de elite da Polícia Militar de Goiás, atuando no combate a crimes como roubos a bancos, veículos e estabelecimentos, além de enfrentar o narcotráfico e o crime organizado, prestando apoio tático a outras forças policiais do Estado.

Em entrevista, o soldado Sousa comentou sobre o desafio:
"Para se tornar um policial da ROTAM é necessário muita dedicação e perseverança. Durante o curso, passamos por diversas instruções que visam nos preparar física, psicológica e intelectualmente para o desempenho da função nas ruas", afirmou.

 


segunda-feira, 25 de março de 2019

UEG investigada, ato político ou cuidado com a coisa pública?


UEG investigada, ato político ou cuidado com a coisa pública?

Fogo arquivo


Está em curso na Universidade Estadual de Goiás, UEG, uma investigação para apurar indícios de irregularidades na gestão do PRONATEC (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego). Foi instaurada pela CGE (Controladoria Geral do Estado), uma auditoria que apura nomeação de parentes. Já existem pessoas nas redes sociais defendendo o afastamento do reitor para até que se apure os fatos, mas professor Haroldo Reimer declarou em entrevista ao jornal O POPULAR que a investigação em andamento não é motivo para que ele renuncie ao cargo. Segundo uma denúncia, as irregularidades são por conta da nomeação de familiares, sócios, amigos e ele próprio para atuação no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). Haroldo Reimer é reitor eleito por voto, mas é também fruto de uma indicação política de Marconi Perillo, adversário político do atual governador.

Em nota no Twiter, o Governador Ronaldo Caiado escreveu: O Governo de Goiás defende a importância da UEG e por meio da SEDI vai dialogar com toda a  comunidade acadêmica. Como Governador vou seguir lutando para que o gasto público tenha qualidade, resultado, ética e transparência.

A reitoria da Universidade distribuiu uma nota a imprensa, onde ressalta a importância da UEG para a Sociedade Goiana, informa que a instituição nunca criou embaraços à qualquer investigação e, explica que o PRONATEC teve seu  convenio assinado e, 2015, e que no ano passado, 2018 houve a participação de 3 mil 871 estudantes. Sobre as suspeitas de irregularidades, a UEG explica na nota que é de competência da instituição conveniada a contratação de profissionais para atuarem, bem como dos estudantes, e que tudo deve estar de acordo com as exigências do FNDE, (Fundo Nacional de Desenvolvimento Estudantil), em assim sendo, não vale, conclusões precipitadas ante a conclusão das investigações.
EIS A NOTA
Com mais de 26 mil estudantes distribuídos em 158 cursos de graduação, 14 mestrados, 2 doutorados e 78 cursos de especialização, a Universidade Estadual de Goiás (UEG) é o espaço em que milhares de pessoas conseguiram mudar suas vidas.
Prestes a completar 20 anos, presente em 39 cidades, mas que atinge 236 municípios goianos via educação a distância – dispondo de 21 polos de EaD e 45 polos do UEG em Rede – e que presta relevantes serviços ao estado de Goiás, sempre prezou e continuará prezando pela total transparência de suas ações.
A Instituição nunca se furtou a investigar e a buscar soluções para possíveis problemas, bem como sempre contribuiu para a resolução dos mesmos e deu total apoio a inspeções ou auditorias de qualquer natureza. E agora não será diferente.
Em vista dos acontecimentos dos últimos dias e de insinuações que recaem sobre, a Instituição vem a público se manifestar em relação às diligências efetuadas pela Controladoria Geral do Estadual (CGE) no âmbito do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
Fruto de convênio assinado em 2015 com o Governo Federal, o Pronatec|UEG contabilizou no ano passado 3.871 estudantes divididos nas duas frentes de atuação: O MedioTec, voltado para estudantes do ensino médio que concomitantemente recebem formação técnica; e os cursos de Formação Inicial Continuada, de menor duração e voltados para a qualificação profissional.
A oferta destes cursos é orientada de acordo com as demandas apresentadas pelos munícipios parceiros e estão alinhadas com as potencialidades locais. Como instituição de ensino, a UEG segue elevados padrões para o oferecimento de cursos em todos os níveis, o que é garantido por seu corpo técnico altamente qualificado.
Esse fato também foi observado na oferta dos cursos via Pronatec. À exceção de cargos cuja a indicação dependia exclusivamente da Instituição, a intenção foi preencher as outras vagas com pessoal apto a desempenhar as funções para as quais foram contratados, buscando obedecer o regimento geral do Programa transcrito abaixo:
Da Contratação dos Profissionais
Art. 96. A contratação dos profissionais para atuar no âmbito da Bolsa-Formação será de competência exclusiva das instituições ofertantes, observadas as exigências legais e o previsto nesta Portaria.
Art.97. As instituições públicas ofertantes poderão conceder bolsas aos profissionais envolvidos em atividades específicas da Bolsa-Formação.
§1o As atividades dos profissionais que atuam na Bolsa Formação nas instituições públicas federais devem atender ao disposto em Resolução do FNDE.
§ 2o As atividades desempenhadas pelos profissionais que atuam na Bolsa-Formação nas redes estaduais, distrital e municipais de EPCT serão regulamentadas por ato do dirigente máximo do órgão gestor da educação profissional e tecnológica no âmbito de cada esfera.
A Instituição foi acionada a prestar informações sobre o desenvolvimento das atividades e, desde então, tem colaborado efetivamente com a CGE, não se furtando à responsabilidade que lhe cabe. A gestão da UEG tem dado total apoio ao órgão de controle, bem como é a maior interessada para que a verdade venha à tona.
Enquanto não houver conclusão das investigações em curso é precipitado qualquer tipo de julgamento e acusações levantadas contra a Universidade. Ressaltamos que não há parte mais interessada em que os fatos sejam esclarecidos que a própria UEG.

domingo, 10 de março de 2019

Iporá vence Aparecidense e renasce no Campeonato Goiano

Danilo Narra na Rio Claro, vitória do Iporá

Coisas do Futebol! Da zona de rebaixamento à faixa de classificação em duas rodadas.

O Iporá Esporte Clube deu um salto grande na tabela no campeonato Goiano, a duas rodadas era tida como certa o rebaixamento, grande parte dos torcedores não acreditava na reação, e o Iporá não só deixou a zona de rebaixamento como entrou na zona de classificação para as quartas de final, neste domingo, 10/03/2019.

jogando no estádio Ferreirão para um público pagante de 494 torcedores, muito aquém do esperado, o Iporá marcou aos 45 minutos do primeiro tempo, um gol de pênalti anotado por Bruno Menezes, depois de o Juiz Breno Souza ver o jogador Uenderson da Aparecidense tocar a bola com a mão.

A frente no placar o Iporá manteve o ritmo de jogo, se postando fechado em seu campo, suportou a pressão até o fim e garantiu a segunda vitória no Goianão 2019. Se antes a palavra de ordem era jogar para não ser rebaixado, agora já se fala em classificação. O Preparador Físico da equipe que substituiu o técnico Auecione, expulso no jogo anterior em Goianésia, mostra-se confiante, mas com os pés no chão disse. O Iporá ainda tem dois jogos nesta atual fase, domingo dia 17, 15:30h contra o CRAC de Catalão no estádio Ferreirão e dia 20 contra o Goiás em Goiania, estádio Hailé Pinheiro as 20:30h.

O Iporá jogou e venceu com Kaio Borges, goleiro que veio do Madureira, treinou só um jogo, Wallace, Rodrigo Milanez, Wadson e Danilo Ribeiro; Bosco depois Luizão, Recife, Tiago Ot e Bruno Menezes depois Diego, everton e Marcos Paulo, depois Lauro Cesar, outro jogador que veio como reforço, estava no Madureira RJ e treinou só um jogo.

A Aparecidense jogou com : Pedro Henrique, Rafael Cruz, Felipe Costa, Robson e Rayro; Tiago Luiz, Rayro, Washington depois Mário Sérgio e Uederson depois Aleilson,; Nonato depois Alex Henrique e Negueba.

2019 - Direitos das trabalhadoras ganham destaque no Dia Internacional da Mulher



Direitos das trabalhadoras ganham destaque no Dia Internacional da Mulher

Por Pedro Claudio – Jornalista, radialista, estudante de Teologia e História

Neste 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho reforça a importância da proteção social e trabalhista garantida às mulheres no Brasil. Entre os benefícios assegurados, está a licença-maternidade, que oferece amparo às trabalhadoras no período da gestação e nos primeiros meses após o nascimento ou adoção de um filho.

Segundo dados da Previdência Social, mais de 53,5 mil mulheres estavam em licença-maternidade em dezembro de 2018. Uma delas é a assistente administrativa Roseane Ferreira, de 29 anos, que destaca a importância do benefício para a convivência familiar. “É um período de extrema importância tanto para mãe quanto para o bebê. É muito bom poder estar em casa para acompanhar o desenvolvimento da minha filha”, afirmou Roseane, que optou por ampliar esse tempo unindo suas férias ao período de licença.

Prevista na Constituição Federal, a licença-maternidade garante 120 dias de afastamento remunerado às trabalhadoras seguradas pela Previdência, sem prejuízo do emprego. A mulher pode iniciar o afastamento a partir do 28º dia antes do parto, mediante apresentação de atestado médico. Em situações específicas, como parto antecipado, o direito aos 120 dias permanece assegurado.

Durante a gravidez, a legislação trabalhista também protege a mulher de demissão sem justa causa — desde a confirmação da gestação até cinco meses após o parto. São garantidas ainda, sem prejuízo do salário, dispensas para no mínimo seis consultas médicas e exames, bem como a transferência de função em casos em que a saúde da gestante assim exigir. Após o período de licença, a trabalhadora tem assegurado o retorno à função anteriormente exercida.

Outro direito relevante é o repouso remunerado de duas semanas em casos de aborto espontâneo ou previstos em lei, com garantia do retorno ao cargo. Além disso, até os seis meses de idade do bebê, a mulher tem direito a dois intervalos especiais de 30 minutos cada durante a jornada de trabalho para amamentação. Esse período pode ser estendido mediante recomendação médica.

Para mães que atuam em empresas com mais de 30 funcionárias maiores de 16 anos, é obrigatória a oferta de creche ou auxílio-creche, que pode ser fornecido por meio de convênios com instituições públicas ou privadas. Caso a empresa não tenha creche própria, pode repassar às funcionárias um valor específico para custear os cuidados com o bebê — o chamado reembolso-creche.

Além de proteger a maternidade, a legislação trabalhista brasileira combate qualquer forma de discriminação relacionada à gravidez ou à condição familiar da mulher. Conforme a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a Lei nº 9.029/95, é proibido usar esses critérios para impedir contratações, progressões na carreira ou justificar demissões.

Neste 8 de março, a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho chama a atenção da sociedade para o cumprimento e valorização dos direitos das mulheres no mundo do trabalho. A equidade de gênero e a proteção à maternidade são pilares fundamentais para o desenvolvimento social e para uma sociedade mais justa.